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sábado, 27 de fevereiro de 2016

QUEM PODE DUVIDAR SE ESSAS TANTAS DOENÇAS INFECCIOAS QUE ESTÃO SURGINDO NO MOMENTO, NÃO SÃO CRIAÇÕES DA PRÓPRIA INDÚSTRIA FARMACOLÓGICA EM SEUS LABORATÓRIOS OU META DE GOVERNOS PARA DIMINUIR A POPULAÇÃO MUNDIAL MAIS POBRE E DESASSISTIDA?



      Uma coisa é se viver nas dificuldades enfrentadas em plenos Séculos XVIII para XIX, em que vidas de muitas pessoas eram dizimadas por doenças infecciosas epidêmicas que varriam do mapa, populações inteiras, em que com várias vítimas usadas também como ratos de laboratórios, para se testar alguns rústicos produtos farmacológicos que vinham surgindo aos poucos, e também em novos métodos incisivos que eram experimentados em pessoas, que da mesma forma muitas perdiam as suas vidas, para justamente se tentar chegar a um medicamento, uma vacina ou algum método invasivo operatório para curar uma doença. Quer dizer, nesse laboratório medieval e pós-medieval, muita coisa evoluiu, porém ainda existem doenças epidêmicas que distam daqueles negros idos e até este mundo tão modernista, informatizado, que até cirurgias são elaboradas através de tele-mecanismos manobrados por computadores, então não dá para entender, como muitas doenças não foram erradicadas e muitas estão surgindo e mesmo assim, com todos esses avanços tecnológicos de domínio pela humanidade, ainda assim, muita gente continua adoecendo e perdendo a vida assim do nada.
  Não é possível que o mundo, mesmo diante de uma parafernália tão fenomenal não tenha chegado ainda a ter o controle de um simples mosquito. Sinceramente, só dá mesmo vazão a se imaginar que isso pode ter muito a ver com interesses econômicos da indústria farmacológica que, com mais doenças, mais investimentos e financiamentos seus laboratórios conseguem para se descobrirem a cura de tais males que vão aparecendo, podendo até, os próprios laboratórios criarem esses mesmos bichinhos geneticamente modificados e nem mesmo os venenos que estão sendo vendidos às turras, não são capazes de exterminar mosquito algum, porque modificados a resistência geneticamente modificada, com toda certeza, não tem como ser exterminado, como vem acontecendo com o mosquito da dengue.
    Como se já não bastasse a epidemia da dengue que nunca houve o devido controle em países como o Brasil, vem agora, como produto da genética modificada do mesmo mosquito, a tal da zica-vírus e da chicungunya, que ninguém está sabendo como controlar, mesmo que esteja sendo mobilizada a comunidade científica internacional, mesmo assim, ninguém chegou a um denominador comum, sequer para exterminar o mosquito, quiçá para curar de vez a doença epidêmica, que tantos males vem causando à população brasileira e está se alastrando mundo afora.
    Outra possibilidade que poder-se-ia aventar, seria a de que, como a população mundial está beirando a casa dos 8 bilhões de pessoas, quem sabe se não seria o caso de haver, embora dolorosamente, o controle demográfico de crescimento de mais gente no Planeta Terra, então uma das fórmulas governamentais, quem sabe, para diminuir custos e investimentos em seus orçamentos, seria um controle de, indiretamente deixar os meios transmissores de doenças infecto-contagiosas correrem à solta para que, matem de verdade populações, para que só assim, se consiga um maior controle demográfico mundial. Quem pode duvidar de que, nos bastidores de interesses econômicos isto não esteja ocorrendo entre as grandes indústrias farmacêuticas mancomunados com governantes tirânicos, que querem um maior controle de diminuição da pobreza e via de consequência, suas indústrias, venham a ganhar mais dinheiro, o que seria uma alternativa ainda mais viável para o grande capital se fortalecer cada vez mais.
    Pode até parecer uma ideia absurda esta que ora se levanta, mas neste mundo em que vivemos, em que tudo se faz para se manter um determinado status quo de rico querendo ser sempre mais rico e os poderosos da mesma forma, querendo sempre dominar as massas, nada melhor do que eliminar uma parte e ganhar muito dinheiro na outra ponta. Tudo parece ser fruto de uma orquestrada conspiração da indústria farmacológica, das experiências de ratos de laboratório e de governantes irresponsáveis de países que querem dominar o Planeta Terra, esta é uma realidade da qual não se pode descartar.

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