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BUÍQUE, NORDESTE/PERNAMBUCO, Brazil
A VERDADE SEMPRE FOI UMA CONSTANTE EM MINHA VIDA.
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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

UMA HISTÓRIA NADA ENOBRECEDORA, DESDE A COLONIZAÇÃO, INDEPENDÊNCIA E O MOMENTO ATUAL



As estripulias deste nosso país, dista de longas datas. Sempre passamos por momentos dantescos, hilários, pífios, conturbados e de extremadas incertezas. Talvez não necessariamente nessa ordem, mas quem sabe dos devaneios de história oficial e a questiona, sabe perfeitamente do que realmente pode ter acontecido neste Brasil no decurso de mais 500 anos de história e que nada é como parecer ser.

Os nossos desacertos vem desde o momento em que inventaram àquela famosa missa rezada pela Igreja Católica, quando há um encontro harmonioso entre os infames colonizadores portugueses, negros escravos e índios, os nativos do lugar, que sequer sabiam da liturgia de celebração de uma missa, porque tinham as suas próprias crenças aí vem uma camarilha de homens brancos europeus, especialmente da corte portuguesa, reunir como num sonho de um verdadeiro paraíso, os nativos, algozes colonizadores e outros presentes, num meio das trevas inexploradas, a rezar a primeira missa no Brasil que seria espoliado escandalosamente, a pregar uma palavra da qual os indígenas sequer tinham o devido conhecimento, isso realmente foi hilário. A reprodução histórica é uma fraude, uma farsa.

Com o avanço de dominação pelos colonizadores, a maioria composta por degredados portugueses ou piratas vindos de outros povos existes naquela época pelo o mundo todo, e a partir de então se deu continuidade à colonização do país, em que tinham o foco principal em nossas riquezas naturais, em catequizar um povo contra a sua própria vontade, porque era assim que Deus queria, pelo menos na pregação de uma mentira, que diziam vir da cartilha da Igreja Católica e por isso mesmo, houve até momentos de barbáries inomináveis de conversão religiosa obrigatória, para que os nativos pudessem se salvar de seus pecados! – Mas que pecados, se eles eram pessoas da própria terra, não tinham conhecimento de outra língua, cultura ou religião, como impor a eles um doutrinamento religioso do catolicismo romano, em que sequer eles tinham conhecimento do que se tratava?

Foi assim que no decurso dos tempos e das marcas históricas verdadeiras, o nosso país chegou a isso que está aí, que mantém com todas as tintas muitos traços de sangue de sua colonização e como se não bastasse, ser colonizado por degredados portugueses, com a exploração do trabalho de negros africanos e dos próprios nativos, tiraram o que quiseram e puderam deste solo rico e levaram para a Europa, onde usufruíam nababescamente de tudo que foi fruto de roubo usurpado às custas de muitas matanças e sangue, porque os colonizadores, a Igreja Católica, nessa missão dantesca, eram impiedosos em seus intentos de assaltarem as riquezas brasileiras, gerando uma mentalidade colonialista que ainda perdura em muitas mentes desinformadas deste país no mundo moderno atual.

Até o Padre Antônio Vieira, tão decantado por seus primorosos sermões bem escritos na língua pátria (da dele) e reconhecidamente considerado um grande tribuna quando do púlpito de sua Igreja pregava aos desvalidos da sorte, foi também um fervoroso adepto da matança impiedosa pela Família Real, dos Quilombolas dos Palmares, formado por escravos fugidios da dominação portuguesa e em que a Corte os queria a todos mortos, principalmente o líder Zumbi dos Palmares, fato que vim a tomar conhecimento e que de certa forma, respingou nos belos escritos primorosos e humanistas do Padre Antônio Vieira, que sinceramente, foi tão cruel quanto os párias portugueses que tomaram o Brasil de assalto e nos roubaram o que puderam levar, porém não tudo, porque este solo sempre foi rico e mesmo que deste tenham tirado tanto, ainda assim, muito restou para todos os que vieram a se tornar brasileiros, inclusive para roubar tanto ou mais ainda que nossos colonizadores. Neste país pelo visto se mina riquezas.

Por isso mesmo, é que com o avançar da história, vive-se um momento em que se pode comparar de que os resquícios desse pífio período colonialista ainda está inserto em muitas mentalidades do povo brasileiro, sobretudo da nata social e daqueles que vez por outra, são por esta usados, como o atual presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro, que idioticamente, não passa mesmo de um boneco nas mãos de pessoas inescrupulosas, que estão sempre do lado de quem pode lhes oferecer mais vantagens, mesmo às custas da desgraça alheia, pouco importando quem seja, porque para essa claque social da elite dominante e dos pouquíssimos ricos existentes, eles não querem abrir mão de absolutamente nada e sempre saqueiam o que podem tirar dos menos favorecidos e é isto que vem acontecendo no momento histórico extremamente perigoso em que este alcaguete de presidente está atolando o Brasil.

Para concluir sobre o que vem ocorrendo no momento atual, basta dar uma olhada com o olhar de quem quer ver de realidade e perceber que estamos entrando num atoleiro cada vez mais lamacento, e se as pessoas mais conscientes, livres e rebeldes não obstacularem esse avanço retrógrado colonialista, ninguém sabe aonde os interesses dos desassistidos da sorte, dos mais pobres, oprimidos e necessitados, vão realmente parar, razão pela qual, tem que se dar um basta nesse paspalho que veio a se tornar presidente da república por uma cagada daquelas de D. Pedro I, quando montado numa burra, empunhou um facão e deu o grito de independência de algaroba do Brasil, que é pintado pomposamente num belo quadro para os pósteros colocarem no inconsciente coletivo, um acontecimento pomposo e glorioso a ser lembrado e festejado, quando na verdade não passou mesmo, de um acontecimento hilário do acaso de nossa história oficial, para não dizer que tudo foi fruto de uma incontida dor de barriga, flatulências e caganeira. Foi assim que me contaram o outro lado da história da Independência do Brasil!

terça-feira, 6 de agosto de 2019

A HISTÓRIA DE BUÍQUE A SER DESVENDADO



Pelo que tenho conversado com o dileto amigo, o jovem César Barmonte, que vem pesquisando ativamente sobre a história de Buíque, ainda há muito a ser desvendado e esclarecido, sobretudo no tocante a data de fundação, emancipação política e até mesmo da origem de seu nome, porque as teorias existentes até agora.

A bem da verdade nunca fui muito de acreditar que o marco histórico de Buíque veio com a doação de mil braças quadradas de terras para construção da Igreja de São Félix de Cantalice pelo colonizador Félix Paes de Azevedo, porque antes mesmo desse marco, a vastidão de terras por ele adquirida da corte portuguesa era de uma enormidade sem precedentes, que açambarcava geograficamente uma área compreendida de Pesqueira, passando por Garanhuns, Águas Belas, Sertânia, fazendo divisa com o Estado de Alagoas, que era de  Pernambuco, passando a ser autônomo como retaliação das insurreições  pernambucanas por parte da coroa de Portugal.

Há controvérsias também sobre o teoria relativa à origem do nome de Buíque, que se atribui a “ninho de cobras”, “osso fêmur do corpo humano de que era feito um instrumento musical pelos índios nativos do lugar, que ao se tocar saia uma sonorização semelhante a “buique, buique...”, entre outras, porém pelas pesquisas levantas por César Barmonte, pode nos levar a outro fator histórico mais convincente e cientificamente mais sustentável, uma vez que, o livro escrito pelo nobre conterrâneo Cindinaldo Buíque, não chegou a desvendar verdadeiramente a história desta terra, tampouco outro que veio a ser escrito por pesquisadores da UFPE, porque existem menos informações científicas do que o primeiro.

Certamente as pesquisas do jovem César Barmonte, pela vontade impetuosa de seu intento de desvendar tantos mistérios sobre a história da origem de Buíque, certamente os subsídios que até agora tem encontrado, vai levantar uma nova tese, talvez a mais esclarecedora sobre a história buiquense, inclusive sobre a ainda controvertida data oficial de sua emancipação política, que ainda continua sendo uma incógnita a ser desvendada, apesar de ser comemorada em 12 de maio de cada ano, tendo supostamente se dado em 12.05.1754, porque há muitas controvérsias de que tenha realmente sido essa a data da verdadeira emancipação política de Buíque, com todo respeito aos trabalhos realizados nesse sentido, que na verdade são bem escassos e poucos esclarecedores.

Por isso mesmo é que acredito que todo apoio possível, deveria ser dado ao jovem pesquisador para que venha a se aprofundar mais nas suas pesquisas, no seu trabalho e que venha a fundamentar verdadeiramente o que ainda continua no espaço e no tempo de nós buiquenses, como uma interrogação ou vários pontos questionáveis que não se encontram de forma alguma.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

A TERRA, PARA OS DONOS DE QUEM PRIMEIRO NESTA VIVEU




     Claro e evidente, que a luta por ocupações de áreas de terras e de populações, vem de longas datas, desde mesmo os donos da própria terra que foram os nativos, bem antes mesmo da colonização e luta desigual pela dominação entre uma parte sempre mais forte contra uma parcela mais fragilizada de muitas populações nativas, que antes mesmo dos homens brancos, principalmente os europeus, virem a dominar grande parte do mundo ocidental.
    Evidentemente que esse fator fenomênico de dominação teve a sua disseminação em todas as partes do mundo, não somente pelas bandas do ocidente ou oriente, mas em mundo diferentes, em que as civilizações vieram a surgir a mais de cinco mil anos antes de Cristo. Como indica a história, as primeiras cidades surgiram há em torno de 3.500 a.C, tendo se desenvolvido na Mesopotâmia, em torno do Rio Eufrates e a partir se deu a sua expansão mundo afora ou em regiões isoladas onde povos diferentes também existiam, sendo um dos exemplos a civilização Inca do Peru e desde então, que essas civilizações diferenciadas e em muitos casos sem sequer ter a menor ligação uma com a outra, foi se expandindo mundo afora, tendo na região Nórdica, de dominação pelos vikings os maiores navegadores que já existiram em nosso Planeta, que também lutavam entre si para conquistas além de chegarem ao ponto de conquistarem várias regiões do próprio mundo ocidental.
       A questão que me veio à tona nesta digressão foi o fato de que o Brasil não teve como descobridor o lusitano Pedro Álvares Cabral, embora a história oficial assim nos ensino, porque na verdade esta região localizada no Cone Sul, já houvera tido investidas de outros povos, a exemplo dos espanhóis, franceses e holandeses e, o que deu mesmo aos portugueses a primazia de colonizar a região brasileira, foi o Tratado de Tordesilhas firmado entre portugueses e espanhóis, dividindo na cartografia as regiões latinas em duas partes e dentro de determinados limites para que cada uma dessas potências da época pudesse vir a ser senhores e feitores da colonização de ambas as vastas regiões de interesses de dominação de ambos, esta é a realidade.
    Em face desse tratado, com meio locomoção pelos mares, passaram a invadirem e dominarem essas regiões que de certa forma já tinham donos, posseiros, que eram os nativos e, ao invadirem, os dominaram, tomaram as suas terras e essa luta ainda se perpetua até os dias atuais e, não satisfeitos, com a nova mentalidade do atual governante, querem ainda aumentar mais essa área de dominação de terras que lá há mais de quinhentos anos, pertenciam em sua totalizada ao povo nativo, aos índios e não satisfeitos no mundo de hoje, quererem ainda mais avançar naquilo que restou do vasto território que antes da dominação do povo branco europeu era dos nativos, a mim me parece querer de vez aniquilar o que sobrou dos indígenas do Brasil e isso é deveras inadmissível, porque não dá para entender como com essa política de enriquecer ainda mais os ricos, sob o pretexto de que os nativos nada fazem, são preguiçosos e em nada contribuem para a economia do país. Não há a menor procedência essa forma de pensar, isto porque, antes mesmo de todo território nacional ser de posse e propriedade das populações indígenas, esta veio a ser forçosamente dominada pelas populações brancas, que exploraram tanto povos indígenas, quanto populações africanas que foram trazidas para o Brasil como coisas, objetos, para escravizadas virem a ser usadas juntamente com as populações nativas de mão-de-obra escrava, justamente para satisfazer a ganância e objetivos de riqueza dos brancos europeus que a bem da verdade, o que fizeram foi roubarem impiedosamente as terras de quem nesta viviam, então não dá para acreditar nesse argumento de que as terras indígenas têm que ser produtivas, porque eles são preguiçosos e nada produzem.
        Então gente, não me venha com esse argumento nazi-fascista de terminar de eliminar o que sobrou dos povos indígenas, a pretexto de usar as áreas de suas dominações, para que venham a ser produtivas, porque o que existem de terras devolutas por este país afora não está no gibi e esta esfarrapada justificativa não convence ninguém de bom senso, só mesmo os que encampam essa distorcida idéia dos fatos histórico, porque na verdade, os ladrões das terras indígenas foram os nossos antepassados e por tabela, nos também somos ladrões daquilo que antes mesmo de nascermos pertencia aos nativos, esta é a verdade que muitos não querem enxergar.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

BUÍQUE, 163 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA E 265 DE FUNDAÇÃO, BUSCANDDO FIRMAR A SUA HISTÓRIA


    O que me faz ter orgulho de ser buiquense, é pelo simples fato, de ter minha terra, uma  história rica, profícua, enternecedora e que tem muito a contribuir para o nosso presente e um futuro bem melhor que haverá de vir.
    O fundador de Buíque, foi um alagoano de Penedo, Félix Paes de Azevedo, um fazendo do período da colonização brasileira, que tinha uma imensidão de terras que adentrata até o estado de Alagoas, que na época, ainda fazia parte de uma só divisão com o nosso Estado de Pernambuco. Então por iniciativa desse fazendo, que doou mil braças de uma área quadrada, dentro de suas terras, para construção da capela de São Félix de Cantalice, foi que teve início a partir de 1752, a fundação do povoamente de nossa terra, em torno da capela, tendo na época a denominação de Campos de Buíque, vindo, ao ser emancipado em 12.05.1854, passou a ter o nome de Vila Nova de Buíque, desmembrando-se do município de Garanhuns, que também englobava a área de Águas Belas. Então nós temos uma rica história a ser mostrada, embora não se tenha registro em documentos, o que tem dificuldade a realmente se identificar com maior clareza os mais importantes fatos históricos de nossa terra.
   Na data de hoje Buíque completa 163 anos de emancipação, embora tenha 265 de fundação. A confusão históricão na questão de datas de Buíque, ainda hoje, tenho alguma dúvida, porém o mais crível é que sua emancipação se deu mesmo em 1854 e não em 26.05.1893 ou 1904, porque não teria a menor lógica, em Pedra tendo sido filha de Buíque, ter feito um centenário de emancipação, enquanto Buíque, à época, ainda não chegara a issok, embora tenha sido a terra-mãe do município da Pedra, que ainda hoje é conhecida como Pedra de Buíque. Então a firmação da data de emencipação de Buíque em 12.05.1854, pela Lei Provincial nº 337, é realmente e versão mais crível a ser delimitada para justamente se firma como data de aniversário de nossa terra.
     Outro fator que pouco se sabe também, é sobre o seu fundador, Félix Paes de Azevedo, a não ser, o de ele ter doado mil braças quadras de terras, para a construção da capela de São Félix de Cantalice, mas sequer um foto dele se tem, o que deveria ser motivo de estudo para se saber mais sobre o nosso fundador, de sua vida, sua história e claro, se homenagear com mais reconhecimento, não se limitando apenas com um nome de rua, que é muito pouco para quem deu origem a um município há 265 anos. Então minha gente, Parabéns Buíque pelos seus 163 anos de emancipação política e os 265 de fundação. Hoje estamos de festa, e a história, nosso passado é muito importante para nos firmarmos no presente e delinearmos o futuro de nossa terra e de sua gente.      

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

É NECESSÁRIO SE COLOCAR NA GRADE ESCOLAR DO ENSINO BÁSICO DE BUÍQUE, MATÉRIA DE SUA HISTÓRIA E DE DADOS GEOGRÁFICOS, QUE QUASE NINGUÉM CONHECE


    Essa minha posição não é de hoje, mas sempre tive essa preocupação, de uma pessoa de cada município, não ter o conhecimento de no mínimo, de sua própria história, de sua cidade, de seu município, de sua origem, de fatos históricos, de pessoas que contribuíram para o desenvolvimento do lugar e de dados geográficos importantes, para se ter um conhecimento mínimo da própria história para falar com propriedade de uma pessoa que foi homenageada com um nome de rua, de um logradouro público, de um ponto turístico do lugar, como saber dizer os limites, os sítios arqueológicos e de comunidades que habitam os limites geográficos da própria terra.Isso é vergonhoso para os próprios do lugar, não saber responder sobre a sua própria história.
    Falo de forma generalizada, mas voltando o foco para nosso lugar, Buíque, a gente percebe que apesar de ter uma rica historiografia, mesmo assim, quase ninguém sabe da verdadeira história, de sua origem e do estudo étnico de sua gente, por isso mesmo, com 164 anos de emancipação política, pouco se tem definido de sua própria história. Ora, com tantas datas nos símbolos do Município, a exemplo do brasão, da bandeira, não dá para saber por exemplo, se Buíque foi fundado em 1752, 1753 ou 1754. Da mesma forma, não se sabe se a emancipação política se deu em 1792, 1793 ou em 1854. Bem, pelo que pude coletar de dados do IBGE e em outros escritos, a fundação em si mesma, se deu em 1752, quando o seu fundador, Félix Paes de Azevedo, fazendeiro alagoano de Penedo, deu uma área de terras de sua propriedade, para que nesse espaço fosse erigida a igreja-matriz de São Félix de Cantalice e, no meu entender, esse é o marco histórico de fundação de Buíque e, no dia 12.05.1854, pela Lei Provincial de nº 337, da mesma data, passou nosso município a ser denominado de Vila Nova de Buíque, o que pelas formalidades da época, foi a verdadeira emancipação, porque veio definitivamente a se desmembrar de Garanhuns, então não existe outra explicação histórica, para a emancipação de nossa terra, devendo ser firmada de vez, que a fundação se deu em 1752 e a emancipação, em 12.05.1854, devendo-se fazer as correções no brasão e na bandeira do município. Deve-se ressalvar ainda, que a grafia do nome "Buique", era escrita sem o acento agudo no "i", só vindo a ser alterada por Lei Estadual de nº 421, de 31.12.1948, que passou a ser grafada "Buíque", com a acento agudo no "i".
 Outro fator de suma importância, é sobre comunidades importantes que poucas pessoas conhecem, como os indígenas Kapinawás, os quilombolas, entre outras que poucos conhecem e que merecem a atenção de estudiosos ou então, que se forme um grupo de estudos para enriquecer e explicar fatos históricos importantes de nossa terra.
   Por seu turno ainda, ninguém sabe a origem dos nomes de seus distritos, de seus povoados, como se deu a formação; também se desconhece os nomes dados a determinadas ruas, em que nem mesmo os moradores sabem explicar ao certo quem foi o homenageado, o que ele foi, o que representou para a nossa terra, para que tenha recebido um nome de um logradouro público. Então gente, como muitos imaginam, não se faz história sem se buscar as fontes explicativas e justificativas do passados, porque, embora muitas pessoas cheguem até a dizer, "é, quem gosta de passado, é museu". Ora!, quanta ignorância se demonstra quem chega a proferir tal desdita! - Sinceramente, isso só demonstra o não conhecimento de que na vida de cada um, o histórico de vida, o passado, é que sedimenta o presente e faz o lastro para o futuro, sem o qual, nada seremos, esta é a verdade. Então gente, que tal pensar em colocar na grade do ensino público municipal, ou no curriculum, uma matéria exclusiva de nossa história, hein!?      

terça-feira, 15 de novembro de 2016

SERÁ QUE ALGUÉM LEMBRA QUE DIA SE COMEMORA HOJE E OUTOS FATOS POLÍTICOS?


PROCLAMAÇÃO DA REPÚCLICA

Pois bem, no dia de hoje, há exatos 127 anos, os militares das forças reais, comandados pelo Marechal Deodoro da Fonseca, davam um golpe no império e proclamava a república, pondo fim ao regime imperial, em que D. Pedro II, imperou por 70 anos. Na época, os militares da mesmo forma como tem ocorrido nos consecutivos golpes brasileiros, o país nunca foi encontrado numa situação estável, por isso mesmo, em face dessas interrupções do poder, o país nunca foi totalmente estável política e economicamente e sempre nesses ciclos, se falou, se lamentou das inconsistentes crises por cima de crises, mesmo assim o Brasil ainda está sobrevivendo e a corrupção, em maior ou menor grau, nunca deixou de existir. Não que seja imperialista, mas precisamos no Brasil, proclamar uma outra república, diferente dessa da roubalheira que assistimos e presenciamos no momento presente.

PIOR É QUE QUASE NINGUÉM SABE O QUE REPRESENTA O DIA DE HOJE!

O que é de se indignar, é o fato de que quase ninguém sabe da simbologia na  história politicamente correta brasileira, do significado do dia de hoje. Nem estudantes, parte daqueles que passaram por um banco de faculdade, nada dizem, porque não sabem o que se comemora no dia de hoje. Para a maioria das pessoas é mais um feriado qualquer. Sinceramente, minha gente, vocês precisam estudar mais um pouco de nossa história, mesmo que ela não represente o verdadeiro significado do que e como ocorreram os fatos, que redundaram na virada de um sistema imperial de regência do Brasil, para o sistema de administração republicana, quer dizer, da coisa do povo, visando o bem comum, mas apesar de tudo isso, nada mudou significativamente na vida de muita gente.

PIOR ANALFABETO

Vou mais além, o pior analfabeto, como de fato é o nosso país, é o fator de que a maioria das pessoas, não estão nem aí para estudar, principalmente a classe estudantil, um pouco de nossa história, mesmo que não reflita o que de fato ocorreu fielmente, porque só demonstra o lado oficial do que quiseram mostrar, mesmo assim, seria importante que essa massa estudasse mais um pouco, até mesmo, no sentido crítico, para poder tirar as suas próprias conclusões e ter mais conhecimento sobre a realidade brasileira. 

FALTA DE CONSCIÊNCIA

O não estudar leva à falta de consciência política e de conhecimentos para poder debater com propriedade o que realmente aconteceu, o porquê dos aconrtecimentos e poder ter o devido lastro para criticar o que de fato ocorreu e o que está acontecendo em nosso país. Por isso mesmo, é que o povo de uma hora para outra, apesar das atuais circunstâncias em que vivemos, se calou por completo. Sinceramente, é muita condescendência, aceitação, sobre tudo de errado que vem acontecendo em nosso país e, como reles cordeirinhos obedientes a tudo, como sempre fomos, ninguém está nem aí. Que se foda o Brasil e pronto!

ESCOLA SEM PARTIDOS!

Pois bem, já que os estudantes brasileiros não são muito afeitos aos estudos, querem nesse vácuo letal, implantar uma tal de escola sem partidos. O que diacho vem a ser "escola sem partidos?" - A escola sem partidos, é justamente implantar uma filosofia dentro da escola, para que todos os estudantes sejam meros cordeirinhos obedientes e não discutam sequer política dentro das escolas. Ora, mas afinal, qual o objetivo? - Pois bem, desejam o excelsos lentes, criadores e mentores desse projeto, de justamente enjaular, enfurnar os estuadantes em um mundinho através de uma lavagem cerebral para que ele não pense e não venha a colocar em sua mente uma mentalidade crítica, para, assim aceitar tudo que vem de cima e isso, não é bom para o Brasil ou país algum no mundo. Nunca se aprendeu nada na vida, se o sujeito não tem a mente aberta para a liberdade do livre pensar, é só pensar. Como formar lideranças se o sujeito não pode pensar em política dentro de uma escola?

SENSO CRÍTICO

O que na verdade esse patetas querem, os que estão no poder, é tirar da mentalidade estudantil, o direito de pensar por conta própria, mas sim, pela cartilha estatal de quem está no poder de mando. Querem engessar a classe estudantil de tal maneira, que não possa sequer fazer uma manifestação porque o nível de ensino está péssimo, porque a escola não está dando conta com eficiência de seu recado ao alunato e isso, é crime, se você quiser ter o direito de pensar e agir livremente. Claro que devem existir regras numa escola. Agora, cortar na raiz o livre direito de pensar, aí minha gente, me poupem, porque nem nos períodos negros da Idade Antiga da Grécia, Roma Antiga e na Idade Média, deixaram de surgir pensadores, isso porque, mesmo na opressão, a inteligência sempre superou a trubulência e por isso mesmo é que a gente ainda vive seguindo filosofias de grandes pensadores até mesmo da antiguidade, ou não? - Então que se dane essa tal de escola sem partidos!