Uma coisa é se viver nas dificuldades
enfrentadas em plenos Séculos XVIII para XIX, em que vidas de muitas pessoas
eram dizimadas por doenças infecciosas epidêmicas que varriam do mapa, populações
inteiras, em que com várias vítimas usadas também como ratos de laboratórios,
para se testar alguns rústicos produtos farmacológicos que vinham surgindo aos
poucos, e também em novos métodos incisivos que eram experimentados em pessoas,
que da mesma forma muitas perdiam as suas vidas, para justamente se tentar
chegar a um medicamento, uma vacina ou algum método invasivo operatório para
curar uma doença. Quer dizer, nesse laboratório medieval e pós-medieval, muita
coisa evoluiu, porém ainda existem doenças epidêmicas que distam daqueles
negros idos e até este mundo tão modernista, informatizado, que até cirurgias
são elaboradas através de tele-mecanismos manobrados por computadores, então
não dá para entender, como muitas doenças não foram erradicadas e muitas estão
surgindo e mesmo assim, com todos esses avanços tecnológicos de domínio pela
humanidade, ainda assim, muita gente continua adoecendo e perdendo a vida assim
do nada.
Não é possível que o mundo, mesmo diante
de uma parafernália tão fenomenal não tenha chegado ainda a ter o controle de
um simples mosquito. Sinceramente, só dá mesmo vazão a se imaginar que isso
pode ter muito a ver com interesses econômicos da indústria farmacológica que,
com mais doenças, mais investimentos e financiamentos seus laboratórios
conseguem para se descobrirem a cura de tais males que vão aparecendo, podendo
até, os próprios laboratórios criarem esses mesmos bichinhos geneticamente
modificados e nem mesmo os venenos que estão sendo vendidos às turras, não são
capazes de exterminar mosquito algum, porque modificados a resistência
geneticamente modificada, com toda certeza, não tem como ser exterminado, como
vem acontecendo com o mosquito da dengue.
Como se já não bastasse a epidemia da
dengue que nunca houve o devido controle em países como o Brasil, vem agora,
como produto da genética modificada do mesmo mosquito, a tal da zica-vírus e da
chicungunya, que ninguém está sabendo como controlar, mesmo que esteja sendo
mobilizada a comunidade científica internacional, mesmo assim, ninguém chegou a
um denominador comum, sequer para exterminar o mosquito, quiçá para curar de
vez a doença epidêmica, que tantos males vem causando à população brasileira e
está se alastrando mundo afora.
Outra possibilidade que poder-se-ia
aventar, seria a de que, como a população mundial está beirando a casa dos 8
bilhões de pessoas, quem sabe se não seria o caso de haver, embora
dolorosamente, o controle demográfico de crescimento de mais gente no Planeta
Terra, então uma das fórmulas governamentais, quem sabe, para diminuir custos e
investimentos em seus orçamentos, seria um controle de, indiretamente deixar os
meios transmissores de doenças infecto-contagiosas correrem à solta para que,
matem de verdade populações, para que só assim, se consiga um maior controle
demográfico mundial. Quem pode duvidar de que, nos bastidores de interesses
econômicos isto não esteja ocorrendo entre as grandes indústrias farmacêuticas
mancomunados com governantes tirânicos, que querem um maior controle de diminuição
da pobreza e via de consequência, suas indústrias, venham a ganhar mais
dinheiro, o que seria uma alternativa ainda mais viável para o grande capital
se fortalecer cada vez mais.
Pode até parecer uma ideia absurda esta
que ora se levanta, mas neste mundo em que vivemos, em que tudo se faz para se
manter um determinado status quo de
rico querendo ser sempre mais rico e os poderosos da mesma forma, querendo
sempre dominar as massas, nada melhor do que eliminar uma parte e ganhar muito
dinheiro na outra ponta. Tudo parece ser fruto de uma orquestrada conspiração
da indústria farmacológica, das experiências de ratos de laboratório e de
governantes irresponsáveis de países que querem dominar o Planeta Terra, esta é
uma realidade da qual não se pode descartar.

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