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BUÍQUE, NORDESTE/PERNAMBUCO, Brazil
A VERDADE SEMPRE FOI UMA CONSTANTE EM MINHA VIDA.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

BUÍQUE TEM UMA TRADIÇÃO CARNAVALESCA, QUE VEM DESDE OS ANTIGOS CARNAVAIS


        É mais do que esclarecedor que nos “antigos carnavais” de Buíque, a festa momesca era mais família, de brincadeiras entre amigos, que saiam de casa em casa, tinha o mela-mela durante o dia, em que populares saiam pelas ruas, pessoas se vestiam de papangus e à noite, tinha festa de Clube, que na realidade era no Mercado Público Municipal, pela inexistência de um Clube de verdade em nossa terra, mas era um carnaval alegre, família, com o sábado do Zé Pereira, que no sábado à noite, saia às ruas para abertura da festa do reinado de Momo, em que sempre era eleito o Rei do Carnaval e a Rainha. Hoje já não mais existe isso, porque o formato carnavalesco com o tempo mudou e, da mesma forma, as personagens são outras.
        Embora considerada pelas vertentes religiosas como festa demoníaca, em que se exagerava na bebida, nos avanços dos namores, nos possíveis amores passageiros, frutos de mais um carnaval, que em muitos casos, terminava em casamento, mas era um carnaval mais família e menos comercial do que os carnavais atuais. Os tempos mudaram, as pessoas evoluíram, as músicas não são as mesas a exemplo de músicas como: Você pensa que cachaça é água, cachaça não é água não; Olha a cabeceira do Zezé, será que ele é, será que ele é; Papai, mamãe, quanta alegria dentro do salão, quá-quá-quá, passei no vestibular...; Ó quarta-feira ingrata, você vem depressa só pra contrariar..., entre tantas outras músicas memoráveis que marcaram quem viveu essa época dos antigos e bons carnavais buiquenses. Era uma festa demoníaca, mas posso confirmar, foram período de nossas vidas, que marcaram para sempre em nossos corações.
        Era uma festa do povo, da família e muita gente se divertia para valer. Agora, depois de longas datas que se foram esse modelo de carnavais antigos, a cada ano foram modificando, até se chegar ao carnaval atual, que para nós os mais antigos, não são como antes, mas não deixa de fazer a alegria de muita gente, principalmente dos mais jovens, que são ávidos pelos tipos de festas que estão acostumados a participar e, o carnaval, pode até ser considerada nos moldes atuais, de pão e circo para o povo, mas para uma cidade como Buíque, que não tem outra fonte de renda, a não ser a exploração turística, então a festa momesco não pode ser vista por esse lado depreciativo, do politicamente incorreto, porque quantos empregos nesse período não serão gerados? – Quantas pessoas alugam suas próprias residências, para ganharem nesse período um dinheirinho a mais? – Quanto emprego direto e indireto temporariamente não se agrega ao povo do Município? – Então minha gente, o nosso carnaval, apesar das dificuldades e de tantos outros problemas que temos para resolver, evidentemente não pode deixar de acontecer, porque traz movimento para nossa cidade, geração de renda e de empregos, mesmo que temporários e isso, é o lado positivo da festa momesca, que de certa forma, por ser uma festa gigantesca, poderá trazer violência, ingestão de bebidas em exagero e uso de drogas para quem é viciado, o que não é um problema só de um carnaval a mais, mas sim, um crucial problema de todo o Brasil. Mas com certeza uma festa dessa magnitude, geralmente na atual gestão, é bem organizada, porque toda estrutura é bem montada justamente para garantir a segurança do folião, como sempre acontece. Problemas! Claro que vai haver, o que se espera é que os foliões saibam brincar e aprender a limitar a sua liberdade diante da liberdade alheia.

        No frigir dos ovos, esse carnaval com certeza, será mais um grande carnaval patrocinado pela nova gestão, evidentemente, com parcerias, porque o município com recursos próprios, não teria condições de bancar e, quanto aos demais problemas, não perderam, tampouco por conta de mais um carnaval, vão deixar de ter especial atenção, como vem tendo na gestão do atual prefeito. Então gente, que se brinque pra valer nesses dias de 09 a 13 de fevereiro! E viva o Carnaval de Buíque, um dos maiores do interior de Pernambuco!

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

RECIFE QUE VIVI NÃO É O MESMO DE HOJE



      Apesar de ser da década de cinquenta, só vim mesmo a conhecer o Recife, por volta da década de setenta, porque antes, fui com meus familiares para São Paulo, fugindo das intempéries do tempo, provocada pela seca nordestina, e por outros problemas de outra natureza da vida que aparecem sem a gente pedir.
    Quando de minha volta e da família para o Nordeste, especialmente Buíque, meu cordão umbilical, foi que, salvo engano, depois de 1974, com Blésman Modesto, com uma promessa de conseguir para mim, uma colocação pública no Estado, que cheguei pela primeira vez a ir à Recife, coisa que achei estranho, mas naqueles idos, era uma cidade bem diferente do que hoje ela é. Não cheguei a andar pela cidade, mas a gente percebia que a movimentação de veículos era grande, não tanto quanto São Paulo, mas era enorme para uma metrópole nordestina na magnitude do Recife.
        Depois que fui morar de verdade no Recife, quando passei no Concurso do BANDEPE e fui estudar em cursinho para fazer vestibular, foi que vim a conhecer melhor o Recife, isso em fins de 1976, início de 1977, quando passei no vestibular e fui estudar engenharia na UFPE, que era na época, o meu sonho, por me considerar um bom aficionado na matemática e física, por isso mesmo, de minha vocação para um curso dessa natureza. Depois de um tempo, já entrando na fase profissional, no sexto período do curso, passei no concurso interno do Banco e voltei a trabalhar no interior, isso por volta de 1980/1981, mas mesmo diante da agitação, trabalho à noite no serviço de compensação do BANDEPE e estudando durante o dia na UFPE, era de uma dureza hercúlea, mesmo assim, dava para aguentar o tranco, só vindo a enfrentar maiores dificuldades, em face de já ser casado e já ser pai do primeiro filho e por isso mesmo, foi que fui um concurso interno para uma promoção, passei e voltei a trabalhar no interior novamente. Aí tive que trancar o curso, chegando depois a perder o vínculo com a Universidade e a partir de então fiquei cinco anos sem estudar, vindo a fazer novo vestibular em Direito em 1985, vindo a ser aprovado e tendo cursado Ciências Jurídicas, o que formado em 1990, de lá para cá, venho na militância até os dias atuais.
      O foco inicial mesmo era o Recife que vivi naquele tempo. Morava numa república estudantil, da qual eu era o presidente e o meu lazer, era mais cinema, porque meu foco principal eram os estudos. Apreciava ir à Livro 7, na Rua Sete de Setembro, no Bairro da Boa Vista e, numa dessas vezes, cheguei justamente num momento em que Ulisses Guimarães estava fazendo o lançamento de um livro de sua autoria, pela redemocratização do país e àquele momento me marcou para sempre em minha vida.

        Lembro bem, que frequentava as lojas da moda, a exemplo da Dom Juan, Marconi e Ele & Ela, que na atualidade não mais existem. Também ainda existiam as Casas Pernambucanas, Casas José Araújo, que era grandiosa e atualmente, salvo engano, ainda existe uma lojinha no Centro do Recife, mas sem a menor importância. O Cine São Luiz, era o que mais gostava de frequentar, porque era uma sala vip, de primeira, além de outros cinemas que marcaram época no Recife. Era um Recife mais alegre, mas não deixava de ser violento. Talvez não tanto quanto hoje, mas a violência era uma de suas marcas. Acredito que questão de violência, seu crescimento é proporcional ao crescimento populacional e da modernidade dos produtos de consumo humano, porque é assim que sempre caminhou a humanidade.

domingo, 14 de janeiro de 2018

DENTRO DO ÚTERO



        Imagine-se dentro do útero materno, na escuridão infinda, sem saber sequer de sua existência, de que é mais uma vida em gestação e sem nenhuma expectativa de que exista para o mundo real ou se vai chegar a existir de fato. Pois bem, existem dias que a gente se sente desse jeito, como se o mundo tivesse se fechado como por encanto, completamente para você, e você não vê ou absolutamente nada, a não serem trevas e escuridão. Medo já não sente mais, apenas um tranca de sentimento dentro de si, que só lhe dar vontade de chorar, de tanto sentimentalismo misturado e perdido na vida toda em que viveu ou vegetou.
        Pois bem, é dentro desse útero, que a gente passa a imaginar, se realmente essa vida valeu à pena ou não; se o que fizemos durante todos esses anos foi certo ou errado; se você está, apesar do pouco que lhe resta, buscando vascular tudo que fez e sopesar numa balança, se realmente fez mais ações certas ou erradas, mas aí, você cai dentro de si, e não se contem em lágrimas que jorram para dentro de seus próprios sentimentos represados, e se fecha em copas dentro de seu próprio útero materno, de onde passou um período de nove meses, sem perceber que existia e sem ver o brilho do Sol ou o respirar do oxigênio diretamente pelas suas narinas. É esse o mundo em que a gente por vezes se sente na vida.
        Praticamente, contrariados por muitos, principalmente por carne de nossa carne e aí, a tristeza que nos afeta, ainda é maior, porque a gente que planta a semente, não quer jamais que ela venha a fenecer ou deixar de crescer e ser justamente o fruto de tudo que a gente mais esperava. Quanto a gente se sente frustrado em nossa lavoura, é muito entristecedor, que chega a nos fazer gemer sem sentir dor e chorar com o verter de lágrimas para dentro do nosso eu ontológico que nada pode fazer, porque quando a planta se sente que está forte, sedosa e de que já brotou a semente, ela já não mais precisa mais da gente para aguá-la, regá-la, arrancar as ervas daninhas nocivas ao seu redor, e a partir de então, já não mais precisa de um cuidador, porque a certa altura de determinado campeonato da vida, quando se ganha voo próprio como as aves, as plantas agora somos nós, que precisamos ser manietados por alguém de quem tanto cuidados e por vezes, muitas pessoas não encontram mais, depois de tanto se doarem, de quem venha a delas cuidar.

        Pois bem, é assim a vida, do útero materno, dos vários úteros que nos sentimos por vezes aprisionados, sem ter a quem nos acudir e tudo vai se tornando livre, com voos próprios e nada mais podemos fazer, sequer alguém que venha a nos acudir nas dores e nos sofrimentos que sentimos no decurso finalístico da vida, porque é assim que caminha a humanidade e, o final derradeiro, este pode ser o último e que será esquecido pelos pósteros em poucos minutos, horas, dias, tempos, a depender do sentimento humano que esteja impregnado na alma de determinadas pessoas, que ainda, certamente, resguardam um pouco de sentimento de mundo, principalmente para com os seus mais próximos. A realidade da vida em seu curso inexorável, é dura, mas é nessa dureza de baraúna, que se vive e aprende a viver, vida esta que só tem um caminho, a transformação no pó do qual viemos e só!

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

MUNICÍPIO DE FLORESTA É ALVO DE AÇÃO POR TRABALHO INFANTIL EM LIXÃO


O município de Floresta, localizado a 433 quilômetros do Recife, foi alvo de uma ação civil pública do Ministério Público do Trabalho (MPT) em Pernambuco por conta de casos de trabalho infantil no lixão da cidade. O documento reúne 26 obrigações que devem ser seguidas pela prefeitura, caso a justiça deferida os pedidos, sob pena diária de mil e quinhentos reais, por cláusula descumprida. A ação foi protocolada pela procuradora do MPT Vanessa Patriota no final de dezembro de 2017.
Entre os pontos, o documento cobra a formulação e execução de políticas públicas voltadas à proteção da criança e adolescente, atendimento imediato aos jovens em situação de trabalho infantil, a fim de inserção em programas sociais, como Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), Bolsa Família, bem como registro da família no cadastro único do Governo, para tanto prevendo recursos para custeio de recursos materiais e humanos suficientes. Outra exigência é manter em funcionamento o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (COMDCA).
O município também deve destinar um mínimo de 2% da receita tributária líquida anual para a promoção eficaz de políticas públicas de combate ao trabalho infantil e profissionalização de adolescentes.
Considerando que os casos de trabalho infantil foram identificados no lixão municipal, a ação pede que a prefeitura, em até 90 dias (a partir da data da decisão judicial), promova a formalização da organização dos catadores de materiais recicláveis (associações ou cooperativas, segundo interesse do grupo de catadores). Outro pedido é a criação de um plano municipal de gerenciamento de resíduos sólidos para implementação progressiva de coleta seletiva para que, ao final de seis meses, toda a cidade esteja atendida.
Inspeção Em maio de 2017, chegaram ao MPT as primeiras denúncias de trabalho infantil no lixão da cidade. Em julho do mesmo ano, em audiência administrativa, a prefeitura se comprometeu a isolar a área do lixão e manter vigilância de modo a impedir a moradia e o acesso de todas as pessoas no local, analisar a implantação de um projeto de coleta de recicláveis de forma segura no lixão, destinado às pessoas maiores de idade, cadastrando-os e fornecendo equipamentos necessários.
Entretanto, na última inspeção, realizada em outubro do ano passado, foi verificado que famílias continuam vivendo no local em situação indigna e precária sem qualquer proteção e assistência. A administração municipal não cumpriu o acordado previamente em audiência administrativa, como o isolamento da área e manutenção da vigilância no local, nem buscou viabilizar recurso para implantar aterro sanitário e coleta seletiva.
Dados Pesquisas feitas pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) demonstram que existem crianças e adolescentes em lixões em cerca de 3.500 municípios brasileiros. Quase metade deles, 49%, está na Região Nordeste, 18% na Região Sudeste e 14% na Região Norte. A região Centro-Oeste é a que tem menos crianças em lixões, com 7% do total, seguida da Região Sul, com 12%. Ainda segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 20% dos municípios brasileiros depositam lixo hospitalar a céu aberto, e apenas 57% separam os dejetos nos hospitais.


APESAR DA CRISE, A MARCA DO CARNAVAL DO ATUAL GESTOR, É DE UMA GRANDIOSA FESTA MOMESCA



        Nos últimos anos, as festividades de época de Buíque, foram praticamente desmontadas, esquecidas e menosprezadas pelo último gestor, que sequer deu continuidade à grandiosa festa de carnaval, que se tornou uma marca registrada, desde o governo de Dr. Dilson Santos, passando por Arquimedes Valença, depois por Blésman Modesto, de 1997 a 2000 e, posteriormente, voltando para o atual prefeito, de 2001 a 2008. Foram carnavais memoráveis em que o povo se divertia para valer e tinha o apoio popular de nossa população, além da atração turística e a criação de empregos temporários, gerando, desta feita, trabalho e renda para o Município.
        Ao assumir no início do ano passado, não foi diferente, Buíque voltou ao ranking dos carnavais de Pernambuco, voltando a assumir a sua posição de destaque, antes perdida. Para este ano, embora se reconheça da crise brasileira, mesmo assim, na medida do possível, o atual gestor está envidando esforços para fazer da mesma forma, um dos melhores carnavais de Pernambuco, dentro da nossa realidade, porém nem por isso, vai perder o brilho o carnaval buiquense, que vai ser um dos melhores.
        Claro que todos têm o devido conhecimento que um ano se passou, muitas coisas, dentro de uma ordem de fatores planejada, vem sendo feitas e certamente, virão a ser implementados grandes projetos e programas inadiáveis, em nosso Município. A questão maior, o nó da questão, foi o fato de que, se herdou uma herança maldita em Buíque e, num primeiro momento, se buscou organizar a casa para poder tocar uma administração eficiente. Já imaginou o sujeito pegar um município completamente em estado de terra arrasada, sem nada funcionar, fica difícil de uma hora para outra, tudo ser colocado em seus devidos lugares e voltar à normalidade, a funcionalidade com a eficiência que se deve ter no serviço público.

    Hoje, evidentemente, nosso Município não está como o sonhado, mas muito se fez pela zona rural, dantes esquecida, a cidade ganhou novo visual, embora ainda se tenha muito por fazer, mas a administração pública esta funcionando a todo vapor e fazendo o possível para prestar eficientemente, os serviços e atendendo as carências dos nossos munícipes, na medida do possível, porque do jeito que foi encontrado, não dava para se fazer nada além do que já se fez, além de se ter um gestor público sempre presente no Município, pronto para atender nossa gente. Até com o nome sujo foi encontrado o Município de Buíque, sem a menor condição de fazer um convênio, selar um contrato com os governos federal e estadual ou com qualquer outra instituição creditícia, então primeiramente, uma das coisas a ser feita, foi regularizar a situação de credibilidade da Pessoa Jurídica de Direito Público Interno, nosso Município, para, logo após, buscar se fazer e cumprir com as metas programáticas prometidas pelo atual gestor, o que certamente, muitos benefícios serão implantados e realizados, disso não se pode ter a menor dúvida, sem deixar de lado, claro, as festas que sempre marcam e marcaram a nossa cidade e o nosso Município como um todo. Então minha gente, com um pouco de paciência, tudo vai sendo colocado em seus devidos lugares.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

MAIS UM ANO PERDIDO AQUI NO NOSSO PAÍS


       Existem anos, que em seus decursos, são e foram praticamente perdidos. Não será diferente este ano de 2018. Primeiramente vem o carnaval, que em determinadas regiões, chega a 30 (trinta) dias, é brincadeira? — Não!, pura realidade, como ocorre na Bahia, Rio de Janeiro, Recife, entre outras capitais, e que as movimentações, nem ao menos chega a terminar o ano anterior, já se fazem ressoar as baterias, os adereços e acessórios, de preparação para o carnaval que virá a acontecer em fevereiro do ano que se avizinha, o que já vem ocorrendo prévias, apresentando enredos, programações, entre outras movimentações carnavalescas. Aí somos o país do carnaval e antes deste, nada de importante se busca fazer, a não ser o foco principal vir a ser a festa momesca, esteja ou não em crise o nosso país. Será que carnaval serve de anestesiólogo para levar o povo à transe coletiva e não ligar para porra nenhuma neste país! — Há de se acreditar que sim, porque praticamente o país só começa a funcionar mesmo depois do carnaval.
       No entretanto, cabe aqui salientar, que no decurso deste ano, vamos ter também a Copa do Mundo, aí sim, depois do carnaval, o país vai mais uma vez paralisar, mesmo que esse tento futebolístico mundial, não seja aqui no Brasil, mesmo assim, como aqui era o país terra de Deus, do Deus é Brasileiro, o país mais uma vez para e todo mundo passa a se ligar na Copa do Mundo, se imaginando que o time brasileiro vai se tornar campeão do mundo mais uma vez, o que é praticamente improvável com o mercantilismo descarado em que se tornou o futebol. Então mais um motivo para se parar o Brasil, mesmo que se assistam as disputas pela televisão.
      Num terceiro momento, passado o Campeonato Mundial de Futebol, vêm eleições a nível federal e nos estados-membros da federação e aí, até o dia das eleições, o país mais uma vez vai parar novamente. Então gente, na verdade, o que se terá mais uma vez, será mais um ano perdido, porque enquanto a focagem principal for carnaval, futebol e essa autofágica política, nada de novo vai acontecer, a não ser à surdina, pegando todo mundo anestesiado, venha a fazer mudanças políticas anti povo e, quando menos se esperar, o país está mais uma vez lascado com um novo penduricalho de legislação, que só vem mesmo a piorar a vida do menos favorecido e que, mais uma vez, vai votar nessa mesma corja de larápios desse meio político de nosso Brasil, do futebol, do carnaval e do Deus é Brasileiro!

        Por isso mesmo, é que se perde a esperança de um dia virmos a ser um país melhor, porque o povo não está nem aí para porra nenhuma, a não ser, carnaval, futebol e tirar vantagens em anos eleitorais, para que os eleitos, venham mais uma vez a afundar cada vez mais este desmoralizado país em que vivemos, certamente, por um erro de cálculo da natureza, de termos sido gerado em tempos e lugares, com os quais não concordamos. Esperança de mudanças!? — Não existe esperança alguma em nosso curso de vida, enquanto todo mundo pensar que Deus é Brasileiro e por isso mesmo, merecemos os maiores festejos de carnaval, de futebol e de políticos picaretas, esta é a realidade que nos pode dar uma visão que somos um país sem futuro e de que finalmente, se chegar a conclusão, de que na verdade, não tem nada de Deus ser Brasileiro, senão já teria castigado toda essa cambada de descarados, cabras safados, corruptos e ladrões, de todos os matizes!

domingo, 7 de janeiro de 2018

O ASSUNTO É POLÊMICO, MAS HOMEM ENGRAVIDAR OU MULHER FECUNDAR SOZINHA, A NÃO SER POR MÉTODOS CIENTÍFICOS E BIOLÓGICOS, É IMPOSSÍVEL E CONTRARIA O CURSO NATURAL DAS COISAS POSTAS NA NATUREZA HUMANA


    Realmente, óvulo e espermatozóide, não se encontra em qualquer lugar como se fora uma mercadoria de feira de mangaios. A natureza humana é quem é responsável pela reprodução e tais células cognitivas geradores de outro ser humano, só pode vir mesmo de macho e fêmea. Agora, se existem algumas outras modalidades científicas de fecundação, não se discute, porque aí já está no mundo das ciências biológicas de reprodução humana, não no da natureza dotado ao ser humano, que a ninguém é dado o direito de mudar e pode demorar o tempo que quiserem, que nem homem vai ter ovário para engravidar, tampouco a mulher vai ter espermatozóide para se juntarem os dois  caracteres biológicas para fecundar e, a partir daí, fecundar e gerar outro ser humano. Quanto a questão comportamental, aí cada qual que cuide de sua vida, pois a vida a cada um pertence, podendo fazer dela o que bem quiser e entender. Até se suicidar, se alguém quiser, tem o livre arbítrio, quiçá fazer uma opção sexual qualquer que venha a ser de seu único e exclusivo gosto, o que não se discute. Isso é problema de cada ser humano dentro da sociedade moderna em que vivemos e a nós, só resta mesmo aceitar, mas só reproduz mesmo, macho e fêmea, ou através de métodos científicos, se for mulher, caso contrário, ao homem não foi dado o direito de engravidar de forma alguma, tampouco a mulher sozinha, tem o poder de vir a gerar uma criança.
        Sem querer atingir ninguém, mas nesse ponto, como em tantos outros, a natureza foi perfeita, porque a beleza da procriação está justamente nesse ponto, aonde a partir de minúsculas células, até mesmas invisíveis a olho nu, vem o ser o humano a ser reproduzido. Ninguém é gerado individualmente, por geração espontânea, a não ser em face do avanço da medicina e da biologia, na questão de reprodução de caracteres masculinos de DNA, implantados para gerar noutro organismo feminino. Não existe até o momento, o que se falar em reprodução, mesmo por métodos científicos, por exemplo, de implantação de um óvulo feminino num organismo masculino, para se dar origem a outro ser e aí voltamos ao mesmo lugar de origem, da natureza, sem macho ou fêmea, inexiste reprodução de vida.
        Em termos de sexualidade, existem as que são São vários os tipos de reprodução que os seres vivos apresentam, mas todos eles podem ser agrupados em duas grandes categorias: a reprodução assexuada e assexuada. Por reprodução assexuada, são os indivíduos são geneticamente idênticos entre si, formando o que se chama clone. Esses indivíduos só terão patrimônio genético diferente se sofrem mutação gênica, ou seja, alteração nas sequências de bases nitrogenadas de uma ou mais moléculas de DNA. Vários são os seres vivos que se reproduzem assexuadamente e vários são os tipos de reprodução assexuada. Nos eucariontes, unicelulares ou multicelulares, a reprodução assexuada está relacionada com a mitose. No caso dos unicelulares, o tipo de reprodução assexuada que lhes permite se dividir em dois é denominado bipartição e assim por diante.
        Antes do avanço científico, não existia concepção para geração de outro ser humano, a não ser através da cópula sexual, entre macho e fêmea, caso contrário, impossível de se engravidar e gerar um novo ser humano. Nos dias atuais não é necessário que se faça sexo e nada impede, que alguém, de conformidade com a legislação civil de cada país, venha a produzir outro ser humano pelo metodologia da fecundação biológica, acompanhada por especialista na matéria, senão geração alguma virá a existir, mas de qualquer jeito, tem que existir o óvulo e o espermatozóide, que vem de um macho e de uma fêmea, o que não há o que se discutir.
      Agora, se alguém nasce com DNA dominante masculino ou feminino ou vem com a convivência a aprender a gostar de ser o que bem entender, aí a coisa muda de figura, mas a geração humana, ainda se dá única e exclusivamente, entre macho e fêmea, quer alguém goste ou não goste, mas esses ditames da natureza, nem a ciência, com as suas gigantescas evoluções, que ainda sequer conseguir debelar o câncer, jamais serão mudados por vontade própria de alguém, só porque é homossexual masculino ou feminino. Não tem o que reclamar não, porque a reprodução humana, jamais será mudada, porque sem macho ou fêmea, ninguém vem ao mundo. Pode até alguém vir a ser bem criado por um casal gay, mas a reprodução, eles jamais virão a ter essa capacidade de gerar.