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domingo, 3 de junho de 2012

A CAMPANHA SE APROXIMA E NÃO SE TEM MAIS O QUE PENSAR EM TERMOS DE ESTRATÉTGIA


    Mais uma campanha política a nível municipal se aproxima e não há mais o que muito fazer em termos de estratégia e montagem de uma chapa eleitoral de campanha. Quem colheu alguma coisa na seara política, já se pode dizer com o compromisso firmado a prestes a se firmar, isso por que sempre aparecem adesistas de última hora que por uma razão ou por outra, em não ver alguma exigência, geralmente de ordem financeira atendida, pula para o lado mais vantajoso e assim vai enchendo o roçado de quem pode o mais, isso, mais do que evidente, para quem não tem  uma posição na vida, quiçá em política, que é de um modo geral um terreno pantanoso e se o sujeito não tiver o devido cuidado por afundar de uma hora para outra.
      E assim vão se firmando os conchavos, as chamadas alianças, que pode ser permanentes ou meramente uma chuvarada que passou, isso porque em política, o que se fala não se escreve. Simplesmente se fala com a passagem de uma nuvem, que passa num momento e noutro bem próximo, se modifica assim de repente. Essa é a lógica da política na cultura do inconsciente coletivo brasileiro. Talvez em lugar nenhum do mundo exista realmente alguma coisa que não feda no conjunto da política. Uns levam a coisa mais à sério, mesmo assim ainda explodem escândalos de lascar o cano. Então a questão não está exclusivamente em como se fazer ou se aplicar a política, mas sim, no jogo de interesses na maioria de quem entra ou se mete a fazer política. Pode-se até se dizer que não é uma ciência no sentido lato da palavra, mas sim, a "arte da picaretagem e da pilantragem" e sempre naquela base de "que quem pode o mais pode o menos. É o sapo grande engolindo o pequeno. Tem mais, quem está no poder de mando já parte na vantagem, seja lá quem for que esteja no poder de mando.
        Portanto, camaradas, escolher bem e escolher os menos ruins ou os melhores, deveria ser uma constante de toda nossa população, para depois de o leite derramado, depois de eleito um salafrário qualquer, ninguém chorar pelo que já se foi. É como diz o ditado, "águas passadas não movem moinhos", ou será que em política isso é possível? - Vamos ser criteriosos em nossas escolhas, principalmente para a Câmara Municipal de Vereadores, que é o ente político eleito pelo povo, que mais próximo dele fica. Então nada mais correto de que elejamos vereadores verdadeiramente comprometidos com os anseios e interesses populares, afinal de contas em Plenário, eles, os vereadores, vão ser por outorga do voto popular, a voz do povo e pelo que se tem visto, o que mais se tem, é o jogo de interesses deles mesmos. Então camaradas, eleger picaretas e mais picaretas e apenas mudar de nome, desse jeito não dá para ser feliz, tampouco honesto com o que é do próprio povo, que é o interesse público, que eles tem por obrigação de fiscalizar, no entanto nada fiscalizam, esta é a verdade nua e crua, doa em quem a carapuça cair, ou não?

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