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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

JUIZITE AGUDA E PROMOTORITE CRÔNICA


            Muitos dos estudantes de direito no banco da faculdade, já adquirem os males das doenças repugnáveis de "juizite aguda" e "promotorite crônica". Só o fato de pretenderem estudar Direito e do banco da faculdade saírem diretamente para um concurso público dessa envergadura, já passam a padecer dessa doença repugnante que de um modo geral a maioria de juízes e promotores sofrem. Parece uma "peste-bubônica" do início do Século XIX que dizimou milhares de vidas humanas. Para esse tipo de estudante de direito que já vem com essas doenças crônicas, podem crer que bons profissinais, agentes políticos conscientes das suas funções, acreditem se quiserem, mas jamais serão bons servidores públicos, mesmo tendo sido os laureados de suas turmas e exímios estudantes ds ciências jurídicas. Conhecimento de banco de faculdade jamais se confunde com a sapiência diretamente com a sociedade, o povo e com os profissionais que militam o dia-a-dia do direito. Nesse mister, posso dizer por ciência própria, que o simples fato de o juiz de direito ou promotor de justiça que passa em primeiro lugar num concurso, não implica necessariamente que será um bom juiz ou um bom promotor de justiça, pois pelo que tenho observado, lhes falta conhecimento do povo, humildade, educação e até mesmo conhecimento do próprio direito na prática, uma vez que, saídos da faculdade sem sequer ter advogado pelo menos por uns dez anos, jamais serão um bom juiz de direito ou um bom promotor de justiça, esta é a verdade. Alguém pode até dizer: eita fulano, meu filho passou em primeiro lugar no concurso público de juiz de direito. Até aí parabéns pelo heróico feito, mas alguma coisa importante falta a esse acadêmico vitorioso recém saído do banco da faculdade, a experiência de vida. Por isso mesmo é que temos pareceres do Ministério Público capengas e decisões judiciais, esdrúxulas e as mais absurdas possíveis. Outra, sem conhecimento do lugar para onde são designados para exercerem os seus misteres, não podem nem sequer conhecer a população, pois sequer moram e convivem com a coletividade para a qual foram designados para servirem. Veja o caso aberrante da manutenção da prisão preventiva dos meninos do Buíque, que até agora, de forma injustificável persiste. E ainda acham que estão dando segurança à população e fazendo Justiça. Primeiramente vamos procurar, excelentíssimos juízes e promotores, conhecer de "per si" a coletividade, a sociedade para a qual suas excelências foram designadas para servir. Sair do banco da faculdade tão-somente com o pensar que vai aplicar a lei e fazer justiça, é pura balela de acadêmico de direito que na verdade sequer tem conhecimento de povo, da sociedade. Colocar a toga por colocar sem saber a importância que ela tem, melhor não colocá-la e exercer a verdadeira vocação de cada um. Juiz e Promotor de Justiça não devem querer ocuparem tais cargos só para se sentirem "Deuses do Olimpo" e pelo salário polpudo e irredutível que vão ganhar. É necessário para ocupar tais cargos ter uma visão da vida muito mais ampla do que o próprio povo a quem vão julgar e servir. Uma visão da gente humildade, da sociedade e de mundo, colocando de lado a "juizite aguda" e a "promotorite crônica", é de suma importância para se combater o bom combate e aplicar o bom direito, esta é a razão maior para ser Juiz de Direito e Promotor de Justiça.

2 comentários:

Ana Cecira Kunz disse...

Um bom agente de justiça precisa ser acima de tudo imparcial e justo,exige provas, e segue aplicação da lei de acordo com elas.

Ana Cecira Kunz disse...

Um bom agente de justiça precisa ser acima de tudo imparcial e justo,exige provas, e segue aplicação da lei de acordo com elas.