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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

QUANDO A GENTE ENFRENTA UM MOVIMENTO QUE CONTRARIA INTERESSES DE PESSOAS OU DE GRUPOS, TEM QUE SE ESTÁ PREPARADO PARA TUDO E EU ESTOU



  Quanto me propus a colocar em prática a ideia de encabeçar esse movimento que está dominando e tem sido motivo de comentários em todas as redondezas de Buíque e região, não esperava que chegasse a tanto, mas também por outro lado, que iria com toda certeza desagradar e contrariar interesses de pessoas e de grupos políticos, o que já era por mim esperado.
 Para quem me conhece de perto, sabe perfeitamente que sempre fui, em termos de política e de filosofia, um idealista por formação e convicção, não sendo agora, já praticamente com toda uma vida vivida, que iria me amofinar, voltar atrás e desdizer tudo que disse ou tudo que se fincou em minha mentalidade e na formação de caráter daquele tipo de cidadão por onde sempre busquei pautar a minha trajetória de vida e a minha conduta comportamental. Pode até ser que as formas de encaminhamento das coisas no decurso do tempo, as pessoas tenham mudado e eu mudei também em aceitar, em conviver circunstancialmente com determinados modos de vida e comportamentos, mas não sou obrigado a seguir e aceitar o que não concordo ou não acredito, daí que, busco ser a mesma pessoa autêntica que sempre fui desde tenra idade, porque você pode até destruir a matéria de alguma pessoa, mas as ideias, jamais serão destruídas, senão a filosofia de Aristóteles, Platão, Sócrates, entre outros, sábios da Grécia Antiga, não estariam tão atuais e vivas no mundo pós-modernista. Por isso mesmo, é que defendo o que acredito ser o melhor caminho a ser seguido, porque penso, existo e se existo, busco agir.
 O movimento que encabecei, que firmei oficialmente a partir de 14.09.2015, não é contra pessoas, contra partidos políticos, contra ninguém, mas sim, em favor do clamor popular em face da desmoralização política em que vivemos no momento atual e, diante de tantos engodos, enganações e mentiras dos próprios políticos em suas execráveis manobras, foi que resolvi sem olhar para o monturo alheio, criar esse movimento moralizante em minha própria terra, não propriamente com o interesse de aparecer ou de vir a me transformar em mais uma estrela numa constelação qualquer, mas sim, pensando em dar a minha contribuição na forma de agir, de pensar de nosso próprio povo, para melhor saber fazer as suas escolhas políticas, que nos últimos trinta anos em Buíque, só vem mesmo se degenerando, afundando num fosso negro, cada vez mais e alguém tinha que se levantar e dar o grito para alertar o nosso povo. Se esse alguém fui eu, tudo bem, o grito foi dado, restando ao povo, no pleno exercício de sua cidadania, fazer a sua parte, não como mero figurante do processo, mas sim, como ator principal de inclusão no processo que se pretende dar uma sacolejada e mudar a mentalidade de nosso povo.
 Sei da dureza do que poderia me esperar pela frente. Críticas ferrenhas por parte dos que se sentem atingidos diretamente, de uma minoria que também de alguma forma se opõe, mas digo com toda sinceridade, isso não me assusta ou me intimida, até mesmo a promessa, que segundo soube, existe em alguns déspotas ou paus-mandados, que chegaram ao ponto de dizer: “É, Manoel Modesto está precisando é de uma boa “piza” (surra)”, como se bater ou tentar calar a minha boca viesse a resolver a imoralidade política em que a gente vive. Por outro lado também, que ninguém seja audaz e se atreva a esse ponto de chegar a isso (me dar uma “píza”), porque não é só apanhar não senhor, porque não nasci para apanhar de ninguém, porque na minha cara que minha mãe beijou, macho nenhum toca nela e isso é um aviso que dou e mando, sem perde a ternura. A minha luta não é pessoa ou contra ninguém, como já frisei, mas sim, no campo das ideais. Se alguém achar que estou errado, faço o desafio para a gente fazer o bom combate no campo das ideias e não da violência! Estou fazendo esse movimento e vou concluir com toda certeza e, se assim não puder, que outros deem continuidade, mas digo com toda sinceridade, sou homem o bastante para levantar, empunhar uma bandeira de luta e ir com ela até as últimas consequências, doa em quem doer, afinal de contas, tudo o que estou fazendo é porque existe o imperativo da lei que me dá todo esse direito e nada mais estou fazendo, do que o pleno exercício de minha cidadania, alertando os meus conterrâneos e também para fazer o mesmo, já que estou inserido no processo de uma democracia e no pleno Estado Democrático do Direito que, embora muitos ainda acreditem se estar vivendo em currais eleitorais dos modernos “coroneizinhos” de algaroba, não perceberam ainda que o mundo mudou e não aceita quem não aprendeu ainda a conviver com a multiplicidade de ideias e na diversidade comportamental de todo e qualquer ser humano, afinal de contas, o mundo é para todos e repito mais uma vez, que quiser enriquecer, a política não é uma profissão, mas sim, um meio do ponto de vista científico e filosófico, de se fazer o bem sem olhar a quem. É esta a essência da política vista para quem tem visão de mundo.

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