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sexta-feira, 29 de abril de 2016

A NÃO MENOS PATÉTICA JURISTA JANAÍNA PASCHOAL, QUE PRESTOU ESCLARECIMENTOS NO SENADO FEDERAL SOBRE O IMPEACHMENT DA PRESIDENTE DILMA



       Num país sério, digo com toda sinceridade, uma denominada “jurista” feito àquela que prestou esclarecimentos no Senado Federal, na Comissão de Admissibilidade (já favas contadas), não demonstrou ter lá todos esses conhecimentos sobre o bom Direito que a fez subscrever com juristas do naipe, que não sei se estão assim com todo esse gabarito também, Miguel Reale Júnior e Hélio Bicudo, pelo que pouco dissecaram sobre a peça, achando por bem, principalmente a Janaína, que falou mais do PT, do Petrolão, do Lava-Jato, de Cuba, Venezuela, do que propriamente dos elementos materiais em jogo, que eram o que eles denominaram de pedaladas fiscais e dos decretos autorizatórios de créditos suplementares, que deveriam também, se limitarem exclusivamente ao exercício orçamentário de 2015, mas, o jurista Miguel, pouco disse e ela, atabalhoada que é, buscou noutras falácias que sequer estão nos autos, falar de fatos que não foram colocados em julgamento, mas como eles mesmos (senadores) dizem, que o julgamento é jurídico, mas também político, no meu entender é meramente político e o jogo já está previamente com as cartas marcas, porque se Deus descer do Céu e o Diabo do Inferno, nenhum dos dois vai conseguir mudar absolutamente nada do que já está decidido por uma maioria de senadores hipócritas. O Céu não está, no Senado, da mesma forma que foi no circo-Câmara, para Dilma, mas o Inferno, já se pode dizer, que são favas contadas.
      Então como o jurista Miguel Reale Júnior teve que se afastar do Plenário da Comissão, ficou a Janaína no fogo cruzado, mas que para mim, não acresceu grande coisa, a não ser, querendo sensibilizar os senadores, demonstrando a sua fragilidade, por estar gripada e aparentando uma indisfarçável fragilidade, que não é própria dos bons advogados, em que chegou a posar de atriz no circo montado, choramingando pelas “criancinhas” de São Paulo, àquelas que Geraldo Alckmin roubou a merenda escolar e que pertence ao partido político que ela defende, o PSDB, mas apenas se limitou a dar justificavas amareladas e inapropriadas para uma pessoa que se diz jurista. Lamentavelmente, foi um depoimento patético, hipócrita e pequeno, embora espontâneo, mas que deixou muito a desejar, disto não tenho a menor dúvida.
     Se todos os juristas brasileiros, se embasar nos conhecimentos dessa mulher, que pode ser até apronfundada na área penalista do Direito, como ela mesma se auto-classificou, mas nessa questão da parte do Direito Constitucional que trata do impedimento de uma presidente da república, não me convenceu de forma alguma, principalmente com àquela cara de gata escaldada com medo de água fria, não passou de mais uma advogada farsante, querendo a todo custo convencer uma mera Comissão de admissibilidade do processo principal daquilo que estava em jogo, para que a presidente venha de fato e de direito, a ser processada pelo Senado Federal, mas que nesse circo montado, o que deve ser conclusivo, já existe por trás de tudo isso, um juízo de valor formado e eles, senadores, como meros marionetes que são, só estão ali meramente para dar um revestimento de legalidade, a um fato jurídico-político, que por sua natureza já foi decidido desde o início dessa farsa golpista que se montou no país e que está cada vez mais, ao invés de levantar o país, o está afundando e o colocando no fundo do poço cada vez mais.
    Permitam-me discordar de quem é a favor, mas esses denominados “juristas” e, principalmente a Janaína, que se prestou muito bem a ser a papagaio de pirata de Miguel Reale Júnio e Hélio Bicudo, só fez mesmo se prestar ao papel de mais uma palhaça no meio do salão do segundo espetáculo circense montado no Senado Federal, que é a bola da vez, que posam de salvacionistas do Brasil, como se foram os donos da verdade incontestável. Salvacionistas! – Que salvacionistas porra nenhuma! – Não passa de mais um horda de malfeitores! – Diria eu que seriam tais, que se acaso eles mesmos estivessem interessados em baixar o número de vagas da Câmara dos Deputados, dos atuais 513, para apenas 250 e, dos 81 senadores, para apenas um para cada Estado ou então limitar o número de parlamentares numa casa unicameral, de apenas trezentos parlamentares, entre deputados e senadores, além, claro, de baixarem os altos custos de manutenção com o erário público, as despesas despendidas para cada um, que ultrapassa a casa dos 200 mil reais, para um valor mínimo e que não sacrificasse tanto o pais como eles vem fazendo, mas não, se limitam a discutirem fatos desimportantes do país, para mais uma vez, darem um golpe, e levar o país cada vez mais ao fundo do poço, porque com as peças que eles querem trocar Dilma, só digo que esse país vai mudar, quando eu ver, porque até mesmo as investigações do petrolão e do Lava-Jato, está tudo abafado, paralisado como por encanto, pois bastou passar o impeachment, que esqueceram de tudo. Até mesmo o metido a durão, juiz Aldo Moro, que ultrapassou competências jurisdicionais, desapareceu do mapa.
     Ontem, infelizmente nesse circo armado no Senado Federal, o que pude ver, foi uma pseudo-jurista apresentando um discurso de uma melo-dramaturgia barata, na sua verve de advogada criminalista, que fugiu completamente aos parâmetros daquilo que estava em julgamento e presente nos autos. Por esta razão, é que metida à jurista dessa natureza, não dá para me convencer de coisa alguma. Acredito que dificilmente, se ela fizesse um júri numa cidadezinha pequena, o acusado, no banco dos réus, com certeza seria condenado, porque ela representa muito bem o seu papel de pau-mandado do PSDB e seus asseclas, mas não dá para convencer ninguém de bom senso, este é o meu ponto de vista no que se refere a Janaína Paschoal, que se diz “jurista”. Fiquei pasmo que, se no nosso país, na área advocatícia e jurídica, tivermos jurista do naipe de Janaína Pachoal, o que posso concluir, é que está muito mal com esses tais juristas que tem, esta é a realidade dos fatos.

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