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sábado, 22 de maio de 2010

A PICARETAGEM NA POLÍTICA

           A política brasileira, teve início ainda, antes mesmo do império, que era comandada pelos portugueses, nossos descobridores e exploradores por um longo período. Na vigência do império, ainda assim, o Brasil jamais deixou de ter as suas ligações e influências do reino português, afinal de contas, o poder era do imperador e a política, partilhada com quem bem entendesse o império brasileiro, que criava Conselhos de Nobres simplesmente para participar das tetas do poder. Com a adoção do modelo de Estado republicano, nem por isso o País deixou de ser dirigido por uma oligarquia comandada por quem tinha grandes glebas de terras, fazendeiros do café, grandes criados de gado para produção de leite, poder e dinheiro. A princípio apareceram timidamente os primeiros partidos políticos, para no decurso de nossa história pós-império, se dar avanços e recuos, com a implantação de períodos de democracia e de ditadura. Social, e politicamente, o País se desenvolveu de forma conflituosa entre os que queriam a democracia permanente e aqueles que se quedaram pelo regime político duro e ditatorial. Foi dessa sociedade díspare, que se formou os nossos políticos que hoje estão a nos governar com uma mentalidade, que não vem de hoje, aonde sempre se aproveitaram e mamarem nas tetas do poder. Assim como antes do império, ou após a sua implantação, com o advento da república que dava formato ao estado e a forma democrática da gestão política, o nosso País sempre teve como ainda o tem, uma classe privilegiada de políticos que sempre estão preparados para pensar primeiro em seus próprios botões ou com a divisão do bolo, não com a população, mas com uma casta de picaretas e aproveitadores, menos com o povo que  os elegeu e os tornou seus representantes.
          Ora, na realidade não viemos de uma boa escola política não senhor, isso porque o reino português era podre, contaminado pela corrupção da família real e de seus asseclas. Desta feita, a nossa política está no DNA que foi o legado deixado pelos portugueses para nós brasileiros natos, que de uma forma geral vem sendo transmitido de geração para geração e, pelo visto, a coisa não vai mudar substancialmente tão cedo, uma vez que, da seara política que domina o nosso País, são poucos os que sobram e por isso mesmo, para que se chegue ao poder, em muitos casos, o joio tem que ser misturado ao trigo, até mesmo por uma questão de sobrevivência.
             Não é fácil não senhor, se presenciar uma política e diga-se de passagem, uma mulher forte e corajosa, Cidinha Campos, fazer um discurso corajoso na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, e dizer na cara de seus pares, que a maioria deles era composta de mamadores das tetas do poder, aproveitadores e ladrões, se dirigindo a um colega deputado estadual, que pelo fato de ele mesmo está se lançando a candidato a uma vaga de Conselheiro do Tribunal de Contas, tachando-o de ladrão, aproveitador, mamador das tetas do poder e que queria continuar mamando e de que o Tribunal de Contas era um pasto onde ele queria continuar comendo. A bem da verdade,  não só o Rio de Janeiro, mas todos os Estados agem de igual forma daquele Estado, onde todo mundo quer só mesmo tirar vantagem. Até mesmo para se votar matéria do Executivo em favor da população, muitos dos deputados fazem negociatas, maracutais as mais repugnáveis possíveis, emprego da parentada, de amigos, e os escambau. É uma tristeza vermos por quais pessoas estamos sendo governados, mas o pior ainda, é de que o povo gosta do político picareta, cabra safado, corrupto e ladrão, a verdade é esta e teimam em votar nesse tipo de execrável e abominável político safado. Tem mais, essa picaretagem se espalha como uma epidemia em todos os cantos que se possa pensar e em toda esfera que envolva o Poder Público. Quando se fala em Câmara Municipal de Vereadores, da mesma forma a picaretam impera, além de se elegerem um monte de analfabetos e maus-caráteres, que de nada tem conhecimento e votam em qualquer tipo de matéria sem saber do conteúdo ou no que estão votando. Cidinha Campos, ex-apresentadora de televisão, ex-comediante e participante da Família Trapo, que passava na TV Record na década de setenta, ex-atriz de televisão e de teatro e, agora na política, foi deputada federal e agora é deputada estadual pelo Estado do Rio de Janeiro e, diferentemente do que se pensava, na casa dos seus mais de sessenta anos de idade, está dando uma lição aos políticos cabras safados, corrupos e ladrões que deveriam através do voto consciente do povo brasileiro serem todos banidos da política, aí sim, quem sabe iria diminuir a pobreza, poderíamos ter uma saúde pública digna para a população e uma educação de qualidade para quem não pode custear os seus estudos na iniciativa privada. Nota dez para a deputada Cidinha Campos, por combater o bom combate. Apóio ela, pelo que disse em seus discurso, em número e grau, afinal de contas, chega de deputado, de governador, de vereador, de senador e o escambau que esteja incluído entre os maus políticos, que não raras vezes, da mesmo forma, os tacho de "cabras safados, corruptos e ladrões", e políticos desse naipe devem ser varridos da seara política, dando um basta de vez o eleitor com esse negócio de sempre continuar trocando seis por meia dúzia, ou não camaradas!

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