Em nada tem adiantado até a atualidade, as tais de perseguições políticas de quem é contra ou a favor de determinado candidato. Quem assim age, acha que todo mundo tem o dever e obrigação de votar nesse ou naquele candidato, mas não é bem assim que a banda toca num Estado Democrático de Direito. Ou contra ou a favor, o povo dentro do seu livre arbítrio, do "livre pensar é só pensar" e com base nos direitos e garantias fundamentais, pode perfeitamente votar em quem bem entender, senão volveríamos aos nefastos tempos do coronelismo ou de ditaduras que já passaram pelo nosso País, e de que só serviram mesmo para o retrocesso econômico, social e político, além de ter ceifado a vida de muitos inocentes, que em muitos casos, acreditavam no levante, na luta contra as tantas injustiças e a tirania, abuso de autoridade e arbitrariedades, que por tanto tempo, em períodos diferentes, foram praticadas em regime ditos de exceção. O voto é a única arma poderosa do eleitor. Agora a questão de votar em candidaturas pilantras ou não, é outra questão que só poderá ser resolvida com educação, saúde, boas condições sociais e mais liberdade para o nosso povo.
Recentemente na Escola Estadual Vigário João Inácio, pelo que tivemos conhecimento, a Diretora anterior, foi justamente vítima de perseguição política, por parte de outras cabuetas incompetentes, que só queriam mesmo ocupar o seu lugar. Por isso mesmo fizeram de tudo para macular o nome da ex-diretora, a ponto de o Governo de Eduardo Campos, que além de se dizer socialista, se diz democrático e respeitador das decisões populares, mas isso parece que é mesmo só no lero-lero, pois determinadas decisões desdizem esse democrático que diz ele ser. O nó da questão está mais no fato de que não se realiza mais eleições para diretor pela escolha de alunos, pais e mestres das escolas públicas estaduais. Para que acabaram com as eleições diretas das escolas públicas, hem? - Será que foi para mais uma vez se utilizaram das escolas estaduais, que já são um zero à esquerda em termos de educação de boa qualidade, como meio de manipulações políticas e se colocar na direção dessas escolas os amiguinhos do peito de certos candidatos às eleições do ano em curso, hem? - Não dá para engolir sem cuspir, mais essa de Eduardo Campos. Até parece que está governando com mão pesada de ditador, afinal de contas ele deve se achar, por ter derrotado Jarbas Vasconcelos com mais de 2 milhões de votos, e o pior é que descaradamente está aliado ao mesmo Jarbas Vasconcelos que ele derrotou, que derrotou o seu avô e feitor Miguel Arraes de Alencar. É, Eduardo Campos, votei em você, mas não sei se estou lá muito satisfeito com algumas de suas atitudes e decisões políticas não senhor! - Você, camarada, está agindo em determinadas circunstâncias com mão de ferro, tipo daqueles coronéis da cana-de-açúcar que seu avô, mesmo jurando ser socialista ou comunista, se aliava para ganhar as eleições das quais foi eleito para algum cargo eletivo, senão a vaca ia pro brejo. Desse jeito, governador, a sua pretensão pela presidência, que é das suas ambições maiores, pode ir por água abaixo, ou será que não?
Coisa que não existiu no atual governo buiquense, foi perseguição, se bem que, alguns dos seus "aliados" de bastidores, àqueles mais desqualificados, queriam por que queriam que muitos dos servidores fossem perseguidos, transferidos para os Bréus, São Domingos, Riachão, Sítio Cafundó, entre outros lugares de difíceis acessos, só mesmo para castigar o adversário porque não votou no eleito. Ora camaradas, isso não passa de pura babaquice de quem não tem visão democrática, mas sim, ainda imaginam que estamos na época do impiedoso coronelismo ou de que o povo deve ser tratado como se Buíque fora mais um curral eleitoral manobrado por qualquer um que apareça por aí, para se aventurar em nossa terra, sobretudo os que vem de fora, que só aparecem em épocas de eleições, como se foram cururus-de-trovoadas, somente na vã tentativa de abocanhar o bolo, que pertence aos buiquense e não aos forasteiros, que agora sim, fizeram de verdade uma aliança entre todos eles num mesmo palanque. O que tem nos deixado orgulhosos, repita-se, é que o atual mandante, não perseguiu ninguém, não revidou as críticas que sofreu, que diga-se de passagem foram várias, mesmo assim, teve a serenidade de passar por cima de tudo isso, inclusive a insistência de próprios aliados de perseguir servidores que nele não depositaram o seu voto, afinal de contas, mais do que os que passaram, deu uma demonstração de que, apesar de muitas falhas, mesmo assim soube governar democraticamente.

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