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BUÍQUE, NORDESTE/PERNAMBUCO, Brazil
A VERDADE SEMPRE FOI UMA CONSTANTE EM MINHA VIDA.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

A COLUNA EXPLOSIVA DE HOJE, SEXTA-FEIRA, ESTÁ AINDA MAIS EXPLOSIVA. POR ISSO MESMO, PROCURE NÃO PISAR EM CAMPOS QUE ESTÃO COM SEUS BLOCOS ENCHARCADOS DE NETROGLICERINA PURA, SENÃO A BOMBA PODE CHIAR NOS SEUS PRÓPRIOS PÉS!

COLUNA EXPLOSIVA



É NITROGLICERINA PURA – PROCURE NÃO ANDAR POR CAMPOS MINADOS

BANDALHEIRA É POR TODO LUGAR – A bandalheira como é tratada a coisa pública, não é mérito tão-somente da estatal Petrobrás, mas sim, de todos os setores da vida pública de nosso país. O beneficiário da delação premiada, Paulo Roberto Costa, um dos ex-diretores da estatal do ouro negro brasileiro, que afirmou em acareação com outro ex-diretor da mesma empresa, na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito), Nestor Cerveró, disse: “O que acontece na Petrobrás acontece no Brasil inteiro, nas rodovias, ferrovias, portos e aeroportos”. Só esqueceu também de estender a outra ramificações que tratam de verbas públicas, como as prefeituras, também noutros setores públicos, a exemplo de ONG’s, outras espécies de entidades estatais, até em associações de bairros, entre outras entidades públicas ou públicas privadas e até mesmo nas iniciativas estritamente privadas. A roubalheira parece uma praga inculcada na mentalidade da cultura brasileira, de que “roubar é lindo”, que pelo visto, parece mesmo um formigueiro de saúvas, em que ou se acaba com a saúva com um veneno bem forte, tipo nitroglicerina pura para explodir tais formigueiros, ou então a saúva vai mesmo acabar com o Brasil. Alguma coisa urgente e séria, tem que acontecer, porque não é possível tudo ficar como está.

DIFERENÇA EMBOLSADA A MAIS, NÃO É ROUBAR – O que achei hilário certa feita, em conversa com um prefeito desta região, é que ele chegou a me dizer o seguinte: “olha Mané Modesto, o Tribunal de Contas, diz que a gente pode gastar até, a preços da época, 30 reais por metro quadrado de calçamento”, agora, a gente faz o orçamento em cima do valor limite do tribunal e executa o serviço por baixo dos panos, por 13 reais, e o restante a gente embolsa, “será que tô roubando, não!” – Estou ganhando, porque não fiz o calçamento. Só que, o salafrário do prefeito, sabia de sã consciência, que aquilo era roubar descaradamente do erário, porque ele fazia um orçamento dentro do limite recomendado pelo TCE-PE, e o resto entre o valor real e o valor do orçamento da obra de calçamento, ele embolsava, quando o certo deveria ser fazer dentro do orçamento real do serviço executado, e a sobra permanecer nos cofres públicos para outra finalidade e não no bolso do prefeito. Por isso mesmo é que existe prefeito que tem um quê danado em executar obras de calçamento, inclusive, colocando uma empresa de algaroba, tipo laranja ou fantasma para execução da obra e fazendo o serviço com os próprios servidores da municipalidade ou contratados irregularmente, inclusive comprando areia no próprio município, como se fora dele mesmo e assim por diante. Quer dizer, o que ele maliciosamente imaginava ser um ato lícito, estava na verdade, descaradamente roubando de seu município e cometendo um crime de improbidade administrativa. Pior é que o povo de tudo sabia e assistia, porém nada fazia, achava até bom, porque as ruas da cidade estavam sendo calçadas, mas o dinheiro não somente daria para calçar, mas também até mesmo para asfaltar toda a cidade. É esse tipo de administrador público que temos em nossas prefeituras, ou será que estou falando de chorumelas, hem minha gente!

ESSE TIPO DE ROUBALHEIRA NÃO É SOMENTE EM CALÇAMENTO NÃO SENHOR! – A roubalheira nos municípios, de forma descarada e sem nenhum sentimento de culpa, é em todos os setores de todas as administrações públicas municipais, da saúde à educação, de obras públicas a setores da agricultura, aliás, não se safa realmente ninguém, para ser mais breve. A regra na verdade, é roubar mesmo por roubar, contanto que se roube e se invista de qualquer jeito o dinheiro destinado às crianças, aos adolescentes, a políticas públicas sociais, educacionais, melhorias de saúde, manutenção de ambulâncias do SAMU, na aquisição de medicamentos, na educação de péssima qualidade, na merenda escolar, enfim, roubar é a palavra de ordem, é coisa de desmando total nessas administrações públicas municipais de faz de conta. Pior é que muitos de tudo sabem, mas são omissos, compactuam com essa bandalheira sem limites e acha até bom. Muitos permanecem calados, porque estão dividindo um salariozinho de merda com outro idiota, para também ficar de boca calada e por aí se vai a aceitação mansa, pacífica, promíscua e parcimoniosa de aceitação de tantas e tantas roubalheiras. Minha gente, está mais do que na hora de deixar de ser parcial com toda essa corja de ladrões dos dinheiros públicos. Será que vocês não pensam na educação melhor de seus filhos, de uma saúde de qualidade, digna de cada um de nosso povo, de uma vida com meios dignos necessários para sobreviver com o mínimo possível, porém com dignidade! – Não minha gente, é hora de se gritar bem alto e bradar forte nos peitos, que ninguém precisa mais de ladrão para nos roubar o dinheiro que é do povo e em seu nome deve ser bem aplicado. Vejam quanto vem para cada município e a desproporção entre o que realmente vem e o que efetivamente é aplicado. Só peço que acompanhem! – Não é difícil e esses gastos qualquer gestor tem por dever e obrigação de prestar contas ao povo, de como e aonde está sendo gasto o dinheiro que vem para toda à população.

SALA DE PARTOS  – Já venho batendo há muito tempo nessa mesma tecla e vou continuar até que uma solução seja dada ao problema, que na verdade é muito grave. A questão que sempre tenho trazido à tona é a seguinte: até quando Buíque vai ter uma sala de partos para que nasçam filhos verdadeiramente natos de Buíque e sejam de naturalidade buiquense, hem minha gente? – A questão vem de bom tamanho, porque a situação é tão dramática, que filhos de Buíque não estão mais nascendo em nossa terra, mas sim, em Arcoverde, Pesqueira, Caruaru, Recife e até mesmo em Ouricuri. Pode, uma coisa dessas? – Já estamos vivendo uma realidade, de que Buíque, por não ter mais filhos natos em cada certidão de nascimento, vamos ser uma terra povoada por forasteiros, mesmo sabendo que são buiquenses, mas como nasceram em outros lugares, a certidão de nascimento só pode indicar o lugar de naturalidade onde o rebento veio a nascer, o que para nós é uma vergonha. Vamos lá, gente da saúde, deem uma solução, ou vão querer mesmo desnaturalizar todos os buiquenses que estão para nascer, hem? – Sem falar que a saúde pública não anda bem das pernas. Também que se dê um olhar com mais carinho para esse setor, certo gente! – A crítica não é destrutiva, mas sim, um alerta para que nosso povo não sofra tanto e ninguém seja levado às madrugadas para o Hospital Regional de Arcoverde, à falta de plantonista na Casa de Saúde Municipal, que na verdade, quando é daqui de Buíque, eles já atendem de cara feia, porque todo problema daqui só vai estourar lá no Regional. Até quando isso vai continuar acontecendo, hem minha gente!

PROBLEMA DE ÁGUA DE BUÍQUE – Como é de conhecimento de todos, a Adutora do Catimbau, não resolveu absolutamente em nada a questão de água em Buíque e pelo visto, não se vê ninguém do poder público municipal, se movimentando nem sequer para tentar se fazer uma limpeza ou ampliação na Barragem do Mulungu, enquanto ela permanece seca. Seria também de bom tamanho, se dar uma olhadinha na velha barragem do DNER, à margem da PE 270, com destino à Tupanatinga, do lado direito para quem vai àquela municipalidade. Se sabe que tanto uma quanto a outra, são estadual e federal, mas nada custa em se tentar conseguir verbas, através de projetos, para se dá uma solução de meia-sola para o cruciante problema de água enfrentado pelo nosso município. A barragem do Mulungu, foi construída na década de 70, quando Buíque deveria ter em torno de 15 mil habitantes, mas a realidade de hoje, com cerca de mais de 52 mil habitantes, não é a mesma daquela época. Então se tem que pensar na questão de abastecimento de água, porque pagar água da COMPESA que mal chega às torneiras da população e ter que comprar água a particulares, cada família gasta em média mais de 200 reais de água por mês, o que é um absurdo. Então minha gente, vamos deixar de lero-lero e trabalhar de verdade! - Se estão cavando poços artesianos (não artezianos), procurem fazer alguns na cidade também! - Os que existem ainda são da época de Blésman. Está na hora de fazer mais alguns na cidade, porque a situação de água continua calamitosa. 

O DESCASO COM O MEIO-AMBIENTE – Outra coisa que ninguém está nem aí, é o descaso para com o meio-ambiente de nossa terra, principalmente na questão da Lagoa do Sumidouro, que está praticamente invadida por construções irregulares, encharcada por entulhos, lixo e dejetos de esgotos, sem que ninguém tome alguma providência. Minha gente, antes de Buíque existir, a Lagoa já existia, então por qual razão não revitalizar à lagoa, hem? – Falta de verbas? – Não é desculpa, porque querendo se consegue. A Ex-Secretária do Meio Ambiente, filiado ao PV, Dra. Silvana, tinha um projeto revolucionário e inovador, que girava em torno de 3,5 milhões de reais, o que não seria muito dinheiro para se conseguir através do Ministério do Meio-Ambiente da União, mas o desinteresse foi tanto, que terminou a própria secretária se decepcionando e se demitindo. Hoje ainda existe uma secretaria de meio-ambiente, só não se sabe para cuidar de que, porque ninguém sequer ouve falar dessa secretaria, a exemplo de outras que sequer deveriam existir. Outra coisa, quando a gente coloca o olhar nos quadro pintados por Billy Kid, sente um saudosismo danado de nosso Buíque do passado, com sua arquitetura colonial, que terminaram por acabar com tudo por omissão de nossos próprios gestores. Então senhores edis, demais gestores públicos, vamos ver se pelo menos as sete ou oito residências que ainda tem suas faixadas históricas sejam tombadas por lei, para que ninguém nelas possam mais mexer, porque senão, sequer vamos ficar com esse restinho de nosso patrimônio artístico, histórico e cultural. É só um pedido de alguém que tem preocupação na preservação de nossa história, que muitos levam na brincadeira, na irresponsabilidade e na base da chacota. 




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