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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

A POLÍTICA BUIQUENSE ESTÁ EMBOLADA NO MEIO DO CAMPO



    Certamente para os amantes do futebol, quando a situação está mesmo crítica tanto para um time, quanto para outro, a coisa fica embolada no meio do campo e a partir daí, nada está definido em toda confusão criada, muitas vezes até, por parte de bons jogadores, que no momento oportuno, não souberam bem fazer o seu próprio jogo e dar uma jogada de placa, para mais ou menos deixar a coisa definida, quer para um lado, quer para outro.
   É o caso da política de Buíque. Primeiramente se buscou formar um grupo de oposição, que chegou a juntar mais de duas dezenas de pessoas discutindo sobre o mesmo tema, de se formar e se firmar um grupo oposicionista em nossa terra, mas num determinado momento, em que no meio do campo, a coisa começou a ficar embolada, jogadas políticas individuais começaram a prevalecer, o ego falando mais alto e a partir de então, a praticamente oito meses de início da política, não se tem ainda um candidato de oposição definido, apenas alguns ligeiras jogadas ensaiadas, que podem ou não chegar até o final do jogo. Oposição não pode se confundir com a situação e tem que marcar distância regulamentar sobre o que pretende e deseja como persecução numa trincheira de luta política, porque não existe oposição pela metade. Ou se é oposição ou não! No meio do muro é que se pode ficar!
  Parece que nossos políticos, ainda estão ligados as mesmas práticas políticas das velhas raposas, inclusive mendigando até o apoio de algumas delas, sem as quais, temem enfrentar uma eleição e acreditam só vencer mesmo com o apoio de uma delas. Ora, desgastados que estão, tanto de uma facção, quanto de outra, há de se acreditar que o apoio de alguns desses manipuladores locais de nossa política, possam até vir a atrapalhar com o seu apoio essa ou àquela candidatura, porque tem muita gente escaldada com as mesmas práticas políticas ultrapassadas de sempre, se bem que, nesse meio de campo, isto pode ser verdadeiro ou não, porque infelizmente, nosso povo ainda se deixa levar pela enganação, pela embromação, pela enrolação e pela cantiga da sereia da picaretagem política de nossa terra, esta é a verdade.
   Dentro de mihna visão, ter o apoio de um ou de outro dos que já foram, não é motivo bastante e suficiente, para se creditar um voto a quem por alguns deles for apoiado, porque a imagem é tão de mau-caratismo de ambos, que não dá para confiar em quem alguns deles vier a apoiar, porque são comprovadamente o que de pior existe em nossa política e se alguém quiser inovar, é buscar numa performance política, no modus operandi de se fazer política que marque ser o diferencial, uma alternativa que traga a moralidade e a credibilidade perdidas em nossa terra, senão vamos cair no mesmo conto do vigário, no mesmo lamaçal em que estamos atolados, mais uma vez e há de se perguntar, até quanto isso pode acontecer? – Será que a picaretagem em Buíque só vai ter fim quando o melão tomar conta de toda nossa municipalidade?
   Todo mundo sonha, claro, seria hipócrita em não dizer isso, em ser prefeito de sua terra. Quem não sonha? Agora a questão é a seguinte: precisamos separar com cuidado o joio do trigo, senão estaremos plantando as mesmas ervas daninhas de sempre que só tem trazido desgraças, subdesenvolvimento, atraso e desesperanças para o nosso povo mais sofrido, esta é uma das realidade que ninguém pode negar.
    Ser candidato? Qualquer um pode ser! Eu mesmo coloquei o meu nome como um dos prováveis pré-candidatos ao cargo máximo de nossa edilidade buiquense. Agora existe uma distância regulamente entre o querer e o ser de verdade com reais chances de vitória, em face desse vício político pelo qual nosso povo ainda está desgraçadamente dominado e os péssimos políticos, ainda podem triunfar com os seus esquemas imorais de angariar votos faltando apenas 72 horas para a decisão de uma eleição em Buíque. É assim que viciaram nosso povo desde o ano de 1982 e é dessa forma que tem funcionado a nossa política local. Como alguns imaginam, nunca fui frustrado por não ter sido vereador buiquense, muito menos em face de não ter logrado êxito numa candidatura lá atrás, em 1992, em que só ganhava uma eleição quem um “famoso” juiz eleitoral da época, quisesse e na verdade, nunca me senti frustrado por esse fato, porque sempre me considerei bem maior que ser um mero vereador de Buíque, mas se o fosse, com certeza saberia dignificar o meu mandato, bem como, se chegasse a ocupar o cargo máximo de nossa municipalidade, pois nunca tive como meta de vida, enriquecer, me apropriar ilícita e indevidamente, tirar de nosso povo, o que a este pertence, que tem sido a marca maior de nossos políticos que já passaram e dos que estão no poder. Enquanto isso, a política local vai se digladiando entre vários pretendentes e vamos ver no que vai dar. Acaso venha a ter areia nos pés para me sustentar, com certeza estarei no páreo, até porque ao fundar o PEN – Partido Ecológico Nacional em Buíque, o compromisso do partido é lançar candidaturas em pelo menos, 25 municípios do Estado de Pernambuco, sendo a nossa terra, uma delas. Agora só serei mesmo, se houver uma base sólida base para que venha a decolar politicamente, pois sou consciente do que faço e se assim o povo o quiser, com certeza não decepcionarei igual a tantos fariseus que já passaram pelo poder buiquense e o que mais fizeram foi tirarem indevidas vantagens sem o menor esforço e do que a eles não pertenciam.

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