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sábado, 31 de outubro de 2015

NÃO DÁ PARA ENTENDER COMO UM ÓRGÃO AUXILIAR DE FISCALIZAÇÃO PODE RECOMENDAR EM DETERMINADAS CIRCUNSTÂNCIAS DE PRÁTICAS DE VÍSIVEIS IRREGULARIDAS, RECOMENDAR APROVAÇÃO DE CONTAS DE DETERMINADOS PREFEITOS



   Geralmente no contrato social de todo e qualquer país que se preze no mundo republicano democrático, existe no organograma jurídico-administrativo, um órgão encarregado de auxiliar alguma instituição, seja lá como venha a ser o seu molde, na condição de órgão fiscalizador e, a partir daí, buscar ser os olhos diretos de representantes ou pseudos representantes do povo, para, embasada em auditagens e fiscalizações técnicas, buscarem demonstrar por A + B, o que está certo, errado e apontar as irregularidades e as decisões que devem ser tomadas por àqueles a quem dizem representar o povo, é assim que funciona, em tese, esses órgãos, que no Brasil resolveu se denominar de tribunais de contas de cada ente federativo, de conformidade com o seu alcançe de organização jurídico-administrativo.
  Em nosso país, o conselho de tais organismos é formado por políticos em fins de carreira, uma escória de corruptos sem a menor moral de julgar porra nenhuma, por algum amigo do peito de algum grupo ou pessoa influente e por aí se vai. Por isso mesmo, não há como tais conselhos com essa formação, julgar as contas de alguns de seus antes aliados, por que jamais haverá imparcialidade em suas decisões, que na verdade, não tem força de, apontado os responsáveis por práticas de crime de improbidade administrativa, pagarem pelas suas condutas, nem mesmo a devolução do que foi surrupiado do poder público.
  Há de se ficar indignado o fato de que, em nossos municípios, nossas cidades, todo mundo tem conhecimento de fatos cabeludos, de descalabros administrativos inimagináveis, de desvios de verbas, enriquecimento sem causa, tanto do gestor público com poder de mando, quanto de seus asseclas mais próximos e isso, na criminologia penal, se tipifica aliado ao crime anterior, como formação de quadrilha. O interessante é que fazem a coisa de tal maneira, que contabilmente tudo é mascarado, tudo é elaborado de tal forma, para dar uma vestimenta de legalidade formal, mas se buscar se chegar à fundo nos melindres do que está no papel e do que foi realmente realizado materialmente e como, aí sim, poder-se-á se chagar à fraude contábil que foi forjada, para se desviar recursos que deveriam ser investidos na saúde pública, na educação, em projetos voltados para os menos favorecidos e no social, mas nada disso acontece e a bandalheira continua aí solta, rindo à toa e fazendo as mesmas traquinagens de sempre como se nada tivesse acontecido.
  As pessoas que vivem em suas cidades, em seus municípios, sabem de cabo à rabo de tudo que acontece em seus próprios monturos. Muitos se amofinam, fazem de conta que não sabem, se omitem, acreditam que todos que entram no poder deve mesmo roubar do povo e, prefeito que entra pobre e sai miserável, não passa mesmo de um grande idiota, um asno que sequer merecia ter nascido. É assim que pensa grande parte do povo. É isso que está incrustado secularmente na mentalidade de uma pobre gente que ainda não acordou para ver que a realidade a ser seguida jamais foi ou será por esse caminho, porque quem se propõe a ser político e vir a representar o seu povo, não é para surrupiar o que é aportado para ser investido em favor deste mesmo povo, mas sim, aplicar devidamente tostão por tostão nas finalidades previstas dentro da legalidade. Por isso mesmo é que em muitos municípios, muitas cidades, estão aí em situação de petição de terra arrasada, como a nossa Buíque e parece que tudo está bem, nada acontece, o reizinho rindo da cara do povo, bufando e peidando de pernas pro ar e o povo que vá se lascar, que satisfação alguma se tem com o seu próprio povo, fazendo o mesmo ou até pior, de quem veio a suceder, que fez também a mesma coisa, quem sabe em menor grau, por que jamais se imaginava se colocar no poder, alguém que tanto criticou o Estado do Maranhão, e hoje se vê frequentemente viajando para àquele estado. Mas povo pacifista, não quer confusão com ninguém, aceita tudo de cabeça baixa, como o gado que vai para o corredor da morte no caminho do matadouro, esta é uma das verdades que não suporto vê-la sem permanecer calado.
  Um costume que virou moda em nossa região, é determinados gestores de uns tempos para cá, comparem propriedade de milhares de alqueires (medida de lá) no Maranhão, por 3, 4, 5 milhões de reais, lotarem de rebanho de gado bovino de corte, viajarem com muita frequência para esse estado e nada disso aparece em suas declarações de imposto de renda, o que poderia ensejar à Receita Federal a uma investigação séria por parte da Polícia Federal, apurar no nome de quem estão tais propriedades, quer imóveis ou móveis, a exemplo de veículos novinhos em folha e tops de linha, até mesmo carros importados de marcas pomposas, e responsabilizar os culpados, porque minha gente, da forma como se tem conhecimento, com assessores próximos da mesma forma apresentando riquezas além de suas posses, dá para se acreditar que poderia se algemar em cada um desses lugares, mais de uma dezena de envolvidos, a começar do cabeça-mor, mas como ninguém tem nada, a ponto de até mesmo na declaração de bens para efeito de registro de candidaturas apresentarem uma relação de bens de menos de 50 mil reais, quando é sabido que se anda diariamente num carrão de mais de 150 mil, então como é que as contas de tais gestores podem ser consideradas regulares, quando a exposição de riqueza é tão clara e visível aos olhos de qualquer mortal, que não dá para entender de onde provém tanta riqueza, quando se ganha, mesmo ilegalmente, um salário que não dá de forma alguma para se amealhar tantos bens ao mesmo tempo e aparentar tanta pompa, hem minha gente? Está na hora de o povo cobrar mais e criar também, um pouco de vergonha na cara e de amor próprio em suas escolhas e em quem está na direção de seus destinos, esta é a verdade nua e crua, doa em quem doer.

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