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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

A AMDRI PODE TER SIDO CRIADA COM A INTENÇÃO DE ALGUÉM METER A MÃO FACILMENTE NO DINHEIRO PÚBLICO POR PARTE DO GOVERNANTE ANTERIOR ATÉ FINS DE 2008, MAS NÃO PODERIA TER SIDO DESTRUÍDA PELO GOVERNANTE QUE ASSUMIU A PARTIR DE 2009, QUE BEM PODERIA TER DADO OUTRA DESTINAÇÃO EM FAVOR DO NOSSO POVO, PRINCIPALMENTE DA ZONA RURAL



   Não tenho conhecimento quem foi o idealizador da AMDRI, projeto voltado para as pecuária e agricultura familiares da zona rural, em que aglomerada 18 municípios da Região do Agreste Meridional e Sertão do Moxotó, que se bem utilizada poderia ter sido o incremento econômico mais importante da região, para desenvolver economicamente os municípios envolvidos, principalmente Buíque, pela extensão do projeto, mas como foi criado e executado com o fito de desvio de dinheiro e apropriação indevida do que seria destinado aos agricultores e pecuaristas, veio a ter as suas distorções, mas que, com sabedoria e tino administrativo poderia vir a ter correção de rumos e ser reerguida pelo bem das populações rurais envolvidas, o que infelizmente não foi levada à cabo pelo atual gestor que assumiu em 01.01.2009, vindo de logo em sua mente, o fechamento dessa importante autarquia municipal, que não queria de jeito nenhum, o que foi de positivo criado pelo governante anterior, apesar de ter sido desde o início, um projeto contaminado de más intenções, mas que poderia haver correções de rumos para quem tem uma visão de grandeza na continuidade administrativa, independentemente de quem esteve ou esteja à frente.
  Essa Autarquia Municipal foi tão importante, que deu ao governante buiquense anterior, o título de prefeito empreendedor, embora imerecido e com a mão do seu ex-aliado poderoso, Armando Monteiro, mesmo assim, chegou a ser conhecido nacionalmente a ponto de vir mais de meia dúzia de prefeitos de Mato Grosso do Sul, para ter conhecimento de perto do referido projeto para introduzirem em seus municípios. Até um passei para à Itália, o prefeito anterior chegou a ganhar, inclusive com direito a proferir palestra em solo do velho continente. Pelo menos do ponto de vista teórico e em tese, o projeto tinha tudo para dar certo, mas como existiam interesses escusos por baixo de tudo que políticos de má índole buscam fazer nos municípios dos quais chegam a ser gestores, passaram então a manipular o projeto em sua essência e terminou por não dar certo desde o seu nascedouro.
  O Banco do Brasil, como órgão escolhido para financiar os beneficiários do projeto, que seriam de alguma forma organizados em associações, e por núcleos centralizados para o armazenamento da produção agrícola e pecuária, com a implantação de tais centros, mesmo assim, apesar do alto investimento, ainda existem o que sobrou desses núcleos, que se tivesse sido levado adiante com a devida responsabilidade que o projeto merecia e o atual gestor não tivesse dado um fim mesmo sem ter revogado à AMDRI através de lei, que por lei ainda existe, foi completamente destruída, seus equipamentos desapareceram, as motocicletas que seriam usadas por dez técnicos agrícolas para dar acompanhamento e assistência técnica ao projeto, também misteriosamente sumiram do mapa, e assim um projeto que poderia ter se recuperado, que tinha tudo para dado certo, mas como era de outro governante combatido pelo atual por ter fazendas no Maranhão, preferiu destruí-lo de vez do que tentar reascendê-lo para colocar no rumo certo, mas como também o que tinha era más intenções, a ele não interessava levar adiante um projeto que já tinha sido usado malversadamente pelo governante anterior.
  Passado todo esse tempo desde a implantação dessa Autarquia Municipal, acredito que cerca de dez anos ou mais, o que restou para muita gente, foi dívidas no Banco do Brasil, nomes negativos no SPC e SERASA, por conta de financiamentos de gato por lebre, só para alguém na época levar vantagem. O que se sabia era que, privilegiados recebiam os melhores animais bovinos, geralmente vacas leiteiras e um reprodutor, para a procriação e aumento do rebanho e dentro de um cronograma de pagamento bem planejado, à longo prazo com uma carência de três a quatro anos, a questão é o fato de que, como os animais vendidos a preço de ouro, não produziram o que se esperava, ninguém teve a menor chance de vir a pagar absolutamente nada e os que se beneficiaram do projeto somente imaginando que nada pagariam e de que o banco jamais iria cobrar a dívida, terminaram por cair do cavalo, porque estão pendurados da mesma forma que os mini e pequenos agricultores e pecuaristas, esta é a verdade.
  O que se sabe na época é o fato de que, os beneficiários do projeto, que eram escolhidos a dedos entre os aliados e apadrinhados políticos do então gestor, adquiram em financiamento, animais bovinos que valiam em torno de R$ 500,00 (quinhentos reais) por R$ 2.000,00 (dois mil reais) e a diferença ia parar no bolso de alguém, só que quem adquiriu por financiamento o animal pelo preço maior, vai ter que pagar ao banco por esse preço, o que levou a muitos adquirirem gatos por lebres, porque muitos imaginavam que jamais iriam também pagar absolutamente nada e agora, se vê muita gente enrolada, enrascadas em dívidas que não podem pagar e todas elas estão com os seus nomes sujos, por conta da irresponsabilidade de um gestor que não pensou no sucesso do projeto, mas sim, em surrupiar o dinheiro do povo e de outro, que descompromissado com esse mesmo povo, não imaginou sequer na possibilidade de dar um direcionamento de rumo no projeto, mesmo que mudasse de nome, mas não o fez, porque em sendo objeto do prefeito anterior, a ele não interessava dar continuidade e atualmente o que hoje sobra da AMDRI são apenas sucatas do que se imaginava ser essa Autarquia Municipal, a exemplo do que ainda existe no Núcleo do Riachão, que só para se ter uma ideia era algo para não ter sido abandonado no meio do caminho, mas sim, dado uma nova direção de rumo. Acredito que quem chegar a ser o próximo sucessor, deve com toda certeza, repensar num projeto ambicioso, pensando primeiro no bem-estar de nosso povo, sem roubalheiras, para que se possa ter de verdade projetos voltados para a Zona Rural, o que deixou de existir nesses últimos oito anos do atual gestor, que nem sequer uma Secretária de Agricultura existe no Município, mesmo que 70% da população seja rural e estamos passando por uma das maiores crises dos últimos anos em face da seca braba que tanto aflige nosso sofrido povo rural.

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