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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

A SITUAÇÃO DE PETIÇÃO DE MISÉRIA DA SAÚDE PÚBLICA DE BUÍQUE E O SUCATEAMENTO ADMINISTRATIVO



    Não faz muito tempo, próximo ao final do ano passado, convocada a comparecer ao Legislativo Buiquense, o pessoal da Secretaria de Saúde do Município, lá esteve, com um séquito de servidores contratados irregularmente, para bater palmas para à Secretária de Saúde (o dia em que o que já estava parado, parou de vez), que com uma câmara despreparada terminou por colocá-la no bolso e a levou na lábia, dando a entender com que a nossa saúde pública estava às mil maravilhas e se saiu envaidecida e engrandecida, como se isso fosse uma verdade real da situação. Mas quando a gente se depara diante da situação, é que o realismo sem máscaras vem de fato, à tona.
    Se antes já era ruim a saúde pública de Buíque, depois de início de 2009, com as mesmas peças instrumentais à frente, é que realmente piorou e, o que se pintou que se teria uma saúde de qualidade, o que se transformou ainda mais, foi numa sucata bem piorada. Até suporta para doentes se prometeu e nunca saiu da mentira de palanque política, bem como, a Casa do Estudante. A desculpa esfarrapada é a de que, a culpa de tudo isso é do governo federal. É, pode até ser, mas como é que noutros lugares e até mesmo em outros estados, apesar de todas as dificuldades, o setor de saúde pública vem sendo bem administrado, não dentro de padrões realísticos que nosso povo precisa, mas com tino administrativo, correção nas aplicações das verbas, com um bom quadro de assistentes, de médicos, medicamentos triviais de primeiros socorros, equipamentos que possam diagnosticar pelo menos um infarto do miocárdio, outra de raio X, já seria de bom tamanho, mas isso não acontece no único e sucateado nosocômio (casa de saúde) de Buíque. Se partir para postos de saúde, aí é que a desgraceira é geral.
  Basta adentrar nas dependências daquela Casa de Saúde Municipal, que as narinas da gente, sequer suporta a fedentina putrefata e purulenta, que está mais para cheiro de necrotério ou de IML. Nas dependências, nem água existe para pacientes e servidores tomarem banho, fazendo com que, os próprios servidores, depois do trabalho, se quiserem fazer a sua assepsia corporal, se valer de outros lugares, porque lá não existe água. Justamente numa casa de saúde, não existir água, já dá para medir o descalabro em que se vive a nossa saúde pública. Também médicos plantonista, se muito existe, pode ser que aparece um ou outro, se der as caras, por semana e olhe lá. Dificilmente se encontra um médico da rede pública municipal, o que representa um grande desrespeito, descompromisso e um descaso total para com a nossa saúde pública, para quem desde que assumiu em 2009, prometeu construir um hospital de porte para Buíque, não só para dar a devida assistência a nossa terra, mas até mesmo para municípios circunvizinhos, mas tudo, como muitas outras promessas, não passaram mesmo de engodos de políticos menores, de promessas enganosas de campanhas políticas, de mais fraudes eleitorais que vem se protraindo no campo das mentiras desde a campanha de 2008 e de 2012. Tudo na verdade sempre foi feito em cima de artimanhas, mentiras e enganações para se chegar ao poder e hoje, vejam aí a situação de nosso município: um verdadeiro descalabro administrativo. Não se tem um norte, um rumo a ser seguido. Acaso provem o contrário, faço questão de desdizer o que estou dizendo, que na verdade, não sou somente eu que estou vendo e dizendo isso não, mas sim, muita gente, parte desta, não demonstra por omissão ou medo, o que não é o meu caso.
    Veja aí a questão do concurso público, que já vinha se arrastando há cerca de 9 anos e somente no dia 31 de dezembro, por muita pressão de minha parte, depois de aprovado uma lei elaborada na base do copia, cola, foi que o gestor público mandou publicar o edital de dispensa de licitação e contratou uma empresa para elaborar o concurso público, que ninguém sabe muito bem a origem, mas de edital de concurso ou outros preparativos, até agora nada apareceu e veja que estamos num ano de eleições, o que será pouco provável se realizar esse concurso e se chegar a nomear alguém, a não ser que exista alguma maracutaia por trás desse jogo de cartas marcadas, para se nomear quem bem se quiser, que sempre fez parte de seu joguete, acaso promovesse um concurso público em Buíque e isso ele sempre deixou escapar.
    O interessante a ser observado também, se ninguém for burro o bastante e suficiente para não perceber, é o fato de que, somente agora, quando já existia verba disponível desde a eleição de 2012, que se vem iniciar a obra de recuperação da estrutura da feira-livre, além de justamente agora, época de chuvas torrenciais, que se acaso cair água por mais de duas horas, Buíque vai se transformar num mar de lama, de tantos buracos que fizeram na cidade, na base da gambiarra, não taparam como deveriam e ninguém sabe a extensão de danos que uma forte chuva poderá vir a provocar, mesmo assim, resolveram fazer uma “operação limpeza”, para recolhimento do lixo, dos entulhos, das metralhas e os escambau, mas só agora, quando isso poderia vir sendo feito durante esses sete anos de (des)governos, o que faz da atual gestão uma das mais medíocres dos últimos cinquenta anos em Buíque. Sinceramente, será que Buíque merece gente desse tipo para lhes governar? – E quem ele vier a apoiar, ainda assim, com todo esse desrespeito ao povo, ainda é merecedor de um voto do povo? Reflitam bem nessa questão, minha gente!
    Pior é que ficam nessa brincadeira de administrar e todos os finais de ano, como acontecia na picaretagem anterior, se exonera cargos de confiança, em comissão e se demite os contratados irregularmente, para, depois, certamente para algum ajuste contábil para não extrapolar a linha da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), e nesse faz de conta, se exonera e demite de mentirinha, para, logo depois, tudo voltar ao que era antes, como se nada tivesse acontecido. Dessa vez, houve uma encenação interessante, de que o Primeiro Ministro das Finanças, teria pedido exoneração, só que, tudo também, não passou de mais uma velha encenação, própria desse “filhote pródigo” que (des)governa Buíque, só que, pelo que se tomou conhecimento, o dito cujo, voltou para os braços da mãe-leiteira, Buíque e pasmem!, foi até festejado! – Sinceramente, minha terra amada, a que ponto chegamos, hem! – O que afinal tem de tão importante um mero servidor substituível, que de forma alguma pode sair de Buíque, hem? – Pior é na volta, como se fosse um famoso astro do cinema americano, volta com festas, foguetório, farras homéricas e tudo volta a ser como antes, no velho Quartel de Abrantes! Que vergonha Buíque, assim não dá para se ter orgulho não!, de ser buiquense, mas pelas humilhações que a gente vem passando com esses pseudos políticos, que estão mais para servos e capachos, que temos no momento, não dá para acreditar nessa corja não senhor! – Desse jeito, como é que poderemos ter orgulho de ser buiquenses de verdade, com uma turminha dessas dos cavaleiros da Távola Quadrada, que não cabem sequer os “comilanças” habituais, hem minha gente! – Enquanto isso, a saúde pública, oh!, banana para ela!, que ninguém está nem aí para porra nenhuma!

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