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BUÍQUE, NORDESTE/PERNAMBUCO, Brazil
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sábado, 12 de março de 2016

A CAUSA PÚBLICA NÃO PODE SER USADA AO BEL PRAZER DE ALGUNS PRETENDENTES, COM OBJETIVOS EXCLUSIVOS DE APROPRIAÇÃO INDÉBITA DO QUE AO POVO PERTENCE



      Muitos se atrevem a concorrer a um mandato eletivo, mas poucos ou quase ninguém, na maioria de nossos municípios, estão realmente imbuídos ou preparados pelo espírito público de servir sem serem servidos, esta é a verdade. Venho observando na platéia, não propriamente como mero espectador, coisa que nunca foi do meu feitio, o de ficar de bico calado, quer na política nacional, estadual ou local. Na local principalmente, é que meto o bedelho porque se trata de meu cordão umbilical e disto não há quem possa vir a me dissuadir do contrário ou me fazer parar.
        Nasci com a verve política, embora nunca tenha ocupado algum mandato eletivo. Sempre tive a pretensão, mas nunca tive o apoio necessário ou até mesmo a disposição de sair por aí com apenas um megafone na mão, um tamburete à tiracolo para ter a devida coragem de dizer, “agora sim, vou ser o candidato ideal para minha terra” e, como se fora um trabalho de formiguinha, que já o venho fazendo de há muito tempo, ir juntando as tralhas para formar o todo e vir finalmente, a me consagrar vencedor de um pleito nesse campo que sempre tenho buscado participar, não da forma distorcida como uso fazem da política, mas sim, de forma como realmente deve ser a verdadeira política, do povo, para o próprio povo. Muitos acreditam ser essa ideia, coisa de louco, de sonhador, mas é justamente da cabeça de loucos, de sonhadores, que nascem os sonhos e surgem realidades palpáveis. Tarefa difícil? Sem dúvida alguma, muito difícil! Impossível de se concretizar? Acredito que não, porque sonhos são sonhos, mas o sonho sonhado com um conjunto da população, pode vir a se tornar em realidade, e esta, é uma coisa que acredito grande parcela de nosso povo ainda não percebeu.
     Existem muitos que querem apenas o poder pelo poder, para no topo deste, fazer e desfazer como bem entender e aí, a administração que deveria ser voltada para o povo, deixa de ser pública e passa a ser um gueto de lambanças de grupelhos, de familiares e de interesses particulares e o povo, pobre povo que votou ou foi enganado a votar por indução movida por alguma moeda de troca, só vai continuar levando desvantagem. Não acredito em campanhas políticas, coisas que já de há muito aqui mesmo em minha terra, tenho observado, quando começam com muita pompa, nuances de jogatinas para todos os lados, porque quando existem muitos jogos de interesses contrariados, e sobretudo, com parte dos donos da economia privada apoiando, aí minha gente, quem recebe esse apoio, com certeza vai ter uma fatura empenhada a ser paga no futuro e com o dinheiro do próprio povo e esse tipo também, não serve ao povo. Mas apoio por apoio, é coisa que ninguém pode negar.
       Existe também o tipo de franco-atirador, que entra como cego em tiroteio, como vem ocorrendo ultimamente aqui mesmo em minha terra, em que bastou utilizar de artimanhas políticas da estratégia da sujeira do esgoto político, esse jogo político sujo do próprio poder e de um pouco de influência familiar para chegar no poder, terminou por se tornar a maior decepção política já vista em Buíque e como se não bastasse, ainda na mesma linha de franco-atirador, quer jogar agora um mero fantoche, um mamulengo, pau-mandado, para, em seu nome, continuar no poder de mando, a exemplo de cidades vizinhas de Buíque, como se fora uma orquestração previamente montada mafiosa, para dar continuidade a um poder que na verdade nunca teve dono, mas sim, sempre foi do povo e este é quem deve continuar no seu comando, sob pena de permanecer nesse eterno cativeiro do descaso e do atraso político e econômico de nossa terra e de nossa gente.
       Agora existe o tipo de indivíduo, que tem a sua pretensão, mas como não participa nem da ala poderosa de parte da economia do município, não expõe riqueza, poder ou dinheiro, aí fica somente no sonho de quem se chegasse ao poder de verdade, teria as devidas condições de tirar de vez essa terra do atoleiro, da corrupção, do atraso e trabalhar verdadeiramente dando ao povo ao que ao povo pertence, buscando sempre servir sem ser servido e nesse figurino minha gente, sem nenhuma cerimônia, digo bradando as mãos nos peito, posso tranquilamente me incluir e posso me tornar no sonho que Buíque sonhou, imaginou, mas nunca quis realizar, porque a força do povo nunca prevaleceu de verdade. Por isso mesmo, ainda que não se lembrem de meu nome, ainda assim, continuo a dizer, que estou à disposição do povo de Buíque para qualquer que venha a ser a parada.

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