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sexta-feira, 27 de maio de 2016

EM POLÍTICA, NÃO EXISTE VENCERDOR, NEM VENDIDO ANTES DO TEMPO E CONTINUAR NESSE DESASTRE, É BURRICE AO QUADRADO!


        Claro e evidente, que em Buíque, como só temos mesmo dois lados que polarizam a nossa política, é comum sempre se ouvir por antecipação, que um ou outro já pode contar com a vitória. Só que, não é bem assim que a banda toca. No momento atual, falam no ineditismo na política de Mirian Briano, como se ela nunca estivesse até o gargalo, enfiada na política desde há mais de 40 (quarenta) anos. Querem colocá-la como estreante. Só que, não é bem assim. Ela foi vereadora por Buíque por mais de um mandato, junto com Blésman Modesto, quando prefeito de nossa terra; depois sem maiores explicações, pulou de quem lhe projetou politicamente em Buíque, e passou para o lado de Arquimedes, do qual foi seu vice por duas vezes e, diga-se de passagem, nunca fez um crítica sequer contra essas duas passagens como fiel escudeira do jacaré e, pulando de galho em galho, passou, através de alguma vantagem, para ser a vice de Jonas Neto, sem a qual, jamais teria sido reeleito prefeito e, mesmo diante de todo esse desastre administrativo, apesar de ter sido Secretária de Obras, nunca foi além do que permitia o Secretário de Finanças, tampouco deu um pio contra os desmandos desse desgoverno. Então como é que se pode dizer que Mirian nunca foi nada em Buíque?
        Na verdade são tudo falácias para esconder o sujo do mal lavado. Miriam sempre esteve bem próxima desses governantes, inclusive o que ela vai se peitar na eleição atual. Então o que ela pode falar de algum deles? – Absolutamente nada, o que só comprova mesmo, que se foram ruins, ela compartilhou com todos eles e, se foram bons, ela nada disse a respeito. Então ela foi cúmplice de todos eles, se acaso algum deles cometeu erros crassos em quaisquer administrações das quais participou, ela simplesmente permaneceu calada e calada ficou. Também, diga-se de passagem, que não contribuiu para a melhoria do município, nem sequer com ideias, embora tivesse grande influência para isso, porque como vereadora preferida de Blésman Modesto, que lhe projetou na política buiquense, como vice de Arquimedes por duas vezes, que até gabinete foi montado para ela e, com esse último, que lhe enxotou para o meio da rua, sem dó nem piedade, também ela nada disse. Então que política é essa que vê as coisas erradas acontecerem dentro de sua própria casa e nada diz! – Então ou todos foram bons, excelentes, ou então, ela foi cúmplice de todos eles. Não pode falar absolutamente nada de ninguém.
       Costumam alardear por aí, que Arquimedes foi prefeito três vezes, e não deixou marca administrativa nenhuma. Ora, minha gente, nesses períodos apontados, indago: quantas vezes o município ficou paralisado? – Quantas vezes o hospital público fechou? – Quantas vezes o pessoal da zona rural ficou completamente desassistido? – A resposta é simples: nenhuma vez. Existia uma máquina pública que funcionava. Obras? – Só para citar, ele trouxe o SESC-LER, trouxe a fábrica da mandioca, embora tenha fechado, mas indo mais além, ele foi o mentor e implementador do Projeto Planipanema, que criou a AMDRI, que foi destruída pelo governante atual, o que talvez pudesse vir a ser um grande projeto fomentador do desenvolvimento econômico do agronegócio de nosso município e de mais dezoito associados; ele foi o criador da Biblioteca Graciliano Ramos, que está prestes a cair; ele fomentou o nosso turismo com o maior carnaval da região, aonde a movimentação era tanta, que sequer lugar para estacionar um veículo se encontrava na época do carnaval, além de outros grandes feitos. Então, as administrações do “veio”, como dizem, pelo menos funcionavam e a cidade recebia a devida atenção, não era esse caos em que se encontra no momento não senhor! – Buíque pelo menos tinha rédeas, o que hoje faz falta.
       Agora dar continuidade a tudo isso, a quem foi partícipe, cúmplice de todo esse desastre, isso sim, é que é retroceder politicamente de verdade. Compactuar com tudo isso, todo esse estado de terra arrasada em que nosso município se encontra, sinceramente, é ser burro ao quadrado. Não dá para votar no continuísmo, porque se durante esses quatro anos na condição de vice, nunca abriu o bico, é porque concordou com todo esse caos instalado em que Buíque se encontra. Desculpe-me a sinceridade, mas é assim mesmo que visualizo a nossa caótica situação!

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