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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

ACHO UMA TREMENDA FALTA DE ÉTICA DE UM MILITANTE DO DIREITO DA MESMA BASE DE ATUAÇÃO, PEGAR UMA CAUSA CONTRA OUTRO COLEGA, NÃO QUE NINGUÉM SEJA DIFERENTE DO OUTRO, MAS O NOME DISSO É DESLEALDADE PROFISSIONAL!




    Não que ninguém deva buscar o seu direito lesionado, mesmo contra um profissional do Direito, seja qualquer que venha a ser o seu nível de atuação, mas sempre tive como parâmetro ético, nunca pegar uma causa contra um colega da mesma base profissional, a não ser para defendê-lo, afinal, mesmo que em momentos ocasionais estejamos em lados opostos, demandando pelo direito de quem ousamos defender, de quem nos constituiu, mas a pendenga é no direito, no âmbito jurídico e não de ordem pessoal.
   Por essa razão, muitas pessoas já chegaram a me procurar para ajuizar ações contra um colega advogado, mas nunca aceitei, porque acredito que agindo assim, a não ser contra um desconhecido, sem que tenhamos convivência ou contatos profissionais vagos, mas sem nenhum coleguismo em nosso campo de atuação. Nunca em toda a minha vida de militância profissional de 26 anos, tive essa capacidade, essa ousadia, porque sempre acreditei que, agindo assim, estaria traindo um colega que como eu, vive militando numa mesma região, com o intuito de sobrevivência profissional da mesma categoria, e isso não seria nada ético do ponto de vista de coleguismo, por isso mesmo, nunca encarei como correto e honrado, embora não me considere acima da lei, mas isonomicamente igual a qualquer pessoa comum, atuar, mesmo como advogado, contra um colega de profissão.
     Já cheguei em determinadas ocasiões, tanto em minha base profissional, quanto no Recife, a defender colegas, mas ajuizar ações contra outro, jamais, porque como sentir-me-ia moral e eticamente, para olhar na cara, olho no olho, cumprimentar cordialmente no cotidiano, um colega do qual busquei acusá-lo por algum provável fato antijurídico que por acaso tenha cometido, por algum fator circunstancial de vida? – Sabemos que somos vulneráveis, factíveis e passíveis de erros ou equívocos em nossa vida, mas não sou capaz e jamais faria um ato dessa natureza contra um colega, principalmente quando a gente é conhecido de alguém por longas datas e sempre se manteve um relacionamento amistoso durante todo um lapso de tempo.
       Ora, colegas advogados, nunca ousei atuar para acusar um colega, por que acredito na falta de ética profissional o sujeito que todos os dias está em contato com o outro, vir de repente a, por questões de vaidade pessoal, pegar uma ação contra outro, hem caros colegas? – Como eu me sentiria, sentado numa sala de audiência, frente à frente, acusando ou outro colega e, depois de tudo isso, ter a desfaçatez e o mau-caratismo de vir a cumprimentá-lo cordialmente como se tudo fosso normal, fizesse parte da profissão e do dia-a-dia profissional de cada um dos advogados militantes de uma determinada região? – Acredito que não teria moral, tampouco respeito, se depois de atuar contra um colega, ter a decência de a partir daquele momento, olhar olho no olho, cumprimentá-lo, porque para mim, seria uma falta de respeito de minha própria pessoa e isso não faço, porque uma coisa na vida aprendi, posso combater o bom combate, menos contra um colega de convivência do cotidiano da vida. Até mesmo de conhecidos de nossa mesma região, eu tenho me negado a pegar determinadas causas contra algum conhecido, porque isso vai contra os meus princípios éticos e morais. Já imaginou a gente pegar uma causa contra um amigo que a gente todos os dias se fala, se cumprimenta, troca conversações, como é que a gente poderia se sentir agindo dessa forma, mesmo a troco de valores vultuosos, hein colegas advogados? - Não trabalho dessa forma, porque ganhar honorários, ou fazer uso de vaidade pessoal ou de vingança, foi a minha arma na persecução da Justiça, através do Direito, junto com os demais operados, buscar a pacificação social.

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