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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

DENTRO DE CERTAS ADVERSIDADES, MELHOR AGIR COM SERENIDADE


  Reconheço que no decurso de minha vida, em determinadas circunstâncias, busquei ser radical ao extremo em minhas posições filosóficas de conduta de vida. Dentro de uma ótica de visão de mundo, ora fui crítico, não abri mão daquilo que via e pensava, mas a vida nos ensina num determinado decurso do caminhar, que as coisas nem sempre devem ser resolvidas se utilizando das ferramentas do radicalismo exacerbado, porque até as águas turvas, tendem a se acalmar. É assim também que devemos agir no viver.
 Claro que existem determinado preceitos de principiológicos de conduta humana, em que a gente não pode em hipótese alguma, abrir mão, principalmente de nossa liberdade de agir e de pensar, que para mim, são qualidades inatas, estão no centro da alma e são inalienáveis, não estão postas à venda, tampouco à negociatas. Livre pensar, a liberdade de agir, respeitando as normas vigentes, a depender destas, a gente tem que ser livre de verdade e independentes, mas existem circunstâncias que a gente tem que tergiversar, parar um pouco e maneirar. É isso que estou buscando a fazer nas minhas ações de vida nessa terceira fase da caminhada, porém sem nunca ter que desistir da luta.
    Não que a gente deva em hipótese alguma abdicar de nossos ideais, de nossos sonhos e de tudo àquilo que perseguimos por tudo que caminhamos para trás, mas existem coisas, que sinceramente, a gente não consegue, por mais que queira, mudar coisíssima alguma, mas acredito que pelo menos, de certa forma, fui útil nesse meu até agora no meu caminhar. Ouso até me questionar: como seria o mundo se eu não tivesse existido?
     Acredito que em parte cumpri e ainda estou cumprindo a minha missão, porque só pararei quando vier indubitavelmente, o último suspirar da vida, que na verdade, é a única mudança de verdade que certamente a gente tem nesse doloroso viver para muitos e prazeroso, para uns poucos, mas como diz o dito popular, “viver é preciso, navegar é preciso”, como se uma coisa fosse imprescindível à outra, inquestionavelmente.
      Mas no passar da vida, a gente vai se dando conta, que muitas lutas a gente não ganha, perde ou a perde em parte e de que, não vale à pena a gente continuar, porque o exemplo que a gente deve deixar, é de que, essa luta não pode parar, mesmo que alguma mudança expressiva só venha a aparecer daqui à dois séculos ou mais. A questão é que os pósteros, futuras gerações, não devem e não podem desistir da luta, pois ela tem que ser uma constante na vida de cada um de nós, mas o que se aprende de tudo isso, é o fato de que, em muitas circunstâncias a gente tem que recuar para poder avançar mais na frente, porque o mundo gira, a vida continua em outras vidas e assim por diante. É uma verdadeira roda-viva a girar...

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