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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

O SONHO E MORTE, FATOS FENOMÊNICOS DA VIDA, SEMELHANTES!?


     Vez enquando, abordo o tema morte, bem como, nos meus textos, sempre tenho mais falado da vida. Ora, o que é a morte do que senão um sonho prolongado, um adormecer prolongado, do qual se entra e permanece neste para sempre e nunca mais chega a cordar e voltar para a vida?
      O interessante é o fator fenomênico do sonho, em que quando a gente entra em sono profundo e sonha, é como se a gente estivesse morto, porém como que à esmo endando por outros mundos, outros lugares ou até sendo objeto de algum fato que não está nos nossos planos enquanto estamos na nossa consciência plena. Não propriamente o sonho, mas adormecer profundamente, aí sim, é um grande comparativo ainda mais forte com a morte, sendo o sonho como se fora um renascimento para mundos diferentes.
 Acredito que a morte, é como se nós mergulhássemos para sempre no esquecimento alongado, como se não fôramos nunca mais voltar e, o sonho, ou que venha como um pesadelo ou até por viagens por lugares estranhos ou entrando em acontecimentos anormais de nossas vidas, é como se morressemos e despertássemos para à vida de uma forma que não sentimentos o peso de nada, mas sim, a leveza do ser, o flutuar no ar para outros mundos paralelos e desconhecidos. É um fenômeno que Sigmund Freud buscou explicar, teve algunas avanços no mundo da psicanálise para explicar fatos da própria alma humana, mas não desvendou o segredo dessas manifestações, tampouco o fator fenomênico da morte, que a bem da verdade, é a coisa mais certa que a gente tem na vida, e que ninguém pode mudar isso.
     Tenho comigo uma forte sensação, de que, morrer seria o mesmo que adormecer profundamente para nunca mais vir à tona, como num mergulho profundo em que o sujeito não sobe mais de forma alguma. Também morrer, pode até doer por determinado tempo, momento, milésimo de segundos, a depender da espécie de morte que está reservada para cada um de nós, se é que existe esse tipo de delimitação, de suposição, entre viver e morrer. Com tantos avanços científicos, embora os seguidores de algumas de tantas crenças, andam em mão contrário, mas na verdade, não existe cronometração da morte de quem quer que seja, senão a ciência não proporcionaria no mundo pós-modernita atual, sobrevida para ninguém.
    Evidente que, muitos morrem assim do nada e isso, é outro fator inexplicável de alguém vir a morrer cedo, o que para muitos vem a ser uma fatalidade, mas na verdade, qualquer um está sujeito a vir de uma vez só, como num lampejo, do nada, perder a vida. Não que a morte foi, num caso assim, abreviada, mas por alguma razão, o sujeito se foi cedo para nunca mais voltar. Por isso mesmo, é que no meu entender, morrer é o mesmo que cair num sono profundo e melhor seria, se a gente não tivesse medo da morte, mas na realidade, crédulo ou não, todos quando chegam nos finalmentes, com certeza têm medo de morrer, a não ser, quem é pego de repente, mas quanto aos demais, com certeza tem medo sim! - Afinal quem é que não tem medo da morte, hein, minha gente!?

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