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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

O MERCADO JÁ ESTEVE MAIS ATIVO, ENTRETANTO, SEM A PRESENÇA DO ESTADO, A TENDÊNCIA É DE SEMPRE PIORAR AINDA MAIS


     Especialistas e meios de comunicação, falam numa cifra de cerca de quase 13 milhões de desempregados no Brasil. Bem, é um número avassalador e preocupante! - Indubitavelmente que é sim! - Agora há de se questionar: será que é somente esse número, num país que já ultrapassa a casa dos 200 milhões de habitantes? - Evidentemente, que esses números de desempregados, do ponto de vista oficial, ninguém sabe de que mangas, eles, os experts em economia e finanças, tiraram, mas a realidade, é bem outra, porque não existem tão-somente esse número de desempregados, sendo bem maior.
   Levando-se em consideração os que não tem emprego certo, que vivem de fazer bico, de desocupados habituais e daqueles que vivem nos grotões do Brasil, em lugares distantes, esse número pode com toda certeza ultrapassar mais de 10% de nossa população, ou seja, mais de 20, 40 milhões de desempregados! - Para essa conclusão, não é preciso ser estatístico, matemático, economista de renome ou financistas das maiores bolsas de valores não senhor! - Basta ter como base a sua própria cidade, o seu município, que se dá perfeitamente para se ter uma ideia do nível de desemprego de cada aglomerado de pessoas, para se ter um vago apanhado, sem nenhuma pretensão científica, de que a maioria absoluta dos habitantes, não tem emprego, nem fixo, temporário ou de qualquer natureza. Isso porque, sem indústria, sem o incentivo da presença do estado no desenvolvimento de muitos lugares, nada vem a funcionar e, desta feita, não há como se gerar emprego e renda, vivendo a maioria de nossos municípios de recursos públicos, que são mal aplicados, para poder manter populações em vergonhosa precariedade, daí que, as filas para pedir socorro aos poderes públicos são enormes, para, receber um não, em face da impossibilidade de se atender e acudir a todas as pessoas que buscam no poder público obter alguma espécie de gancho para ter um ganho, por mínimo que seja, para poder sobreviver com a sua família.
   Se por acaso tomarmos por base a cidade de Buíque, em Pernambuco, que tem uma população que já está próxima da casa dos 60 mil habitantes, e de que, 30% vive na sede e os outros 70% distribuídos na sua vasta região rural, dá para se perceber que dos quase 20 mil habitantes da zona urbana, 5 mil pessoas não tem emprego fixo, mesmo levando-se em consideração os que são servidores públicos efetivos da municipalidade, levando muitos a viverem do sub-emprego, de fazer bicos e de uma grande parcela de desocupados, isso porque, não há como colocar para trabalhar toda a população ativa, embora em nosso município, se tudo que existe for bem explorado e administrado, com toda certeza, muitas fontes de emprego e renda, se abrirão para facilitar a vida de nosso povo, como a exploração de nosso turismo, da ativação de nossa cultura e valoração de nossos talentos, com toda certeza, muito poderá ser feito em favor de nosso povo, de nossa gente.
    Embora estejamos vivendo uma cruciante fase de seca que já perdura há mais de cinco anos consecutivos, o que tem abalado ainda mais para pior as nossas condições de vida, mesmo assim, a gente tem que ser criativo e buscar tirar água de pedra, para que, possamos aprender a conviver com a seca, isso usando de nossa criatividade, buscando nas riquezas que temos, fazer o devido uso para que possamos sobreviver e proporcionar a devida dignidade ao nosso povo, que só precisa conseguir um emprego, uma renda, para que, mesmo precariamente, possa vir a dar um mínimo de dignidade à sua família e, essa vem sendo uma política pública adotada pelo novo governante que certamente, vai mudar a faceta de nosso município e de nossa cidade. O que pode se perceber também, é o fato de que, a economia sem a presença pública, não sai do lugar de forma alguma, até mesmo a presença da iniciativa privada, depende muito do setor público em financiamentos para o desenvolvimento de seus projetos e isso, é um fator do qual no mundo capitalista, é uma ferramente de uso constante e muitos, que deveriam ajudar, chegam mesmo a dar calotes daquilo que do público conseguiu tirar e não chegou a concluir projetos benefícios para várias localidades de nosso país, gerando em muitos casos, elefantes brancos e esquecidos e o dinheiro público, mal aplicado, perdido para grande parcela da iniciativa privada que faz escancarado uso da má-fé.

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