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sexta-feira, 7 de abril de 2017

DESEMPREGO DE BUÍQUE, TAREFA DE DIFÍCIL SOLUÇÃO E ALGUM AVANÇO, SÓ À LONGO PRAZO!


    O problema do desemprego não é uma criação nossa, tampouco vem de hoje ou que essa difícil questão só atinge nosso municípipio. Na realidade, nosso país, está numa situação caótica em termos de emprego e de geração de novos empregos. Essa questão que vem agora, novidade para muitos, mas uma modalidade que já vem sendo colocada em prática, por grandes empresas e o setor público, da terceirização legalizada, não vai resolver coisíssima nenhuma a questão dos que afirma existir, 13 milhões de desempregados, porque existem muito mais do que essa cifra, com dados ninguém sabe de onde, num país que já ultrapassa a casa dos mais de 200 milhões de habitantes e, diga-se de passagem, que esse problema, não tem uma solução fácil de forma alguma. Façam o que quiseram, mas um solução definitiva para o desemprego, duvido que alguém encontre. Pode ser até mágico, ser o maior conhecedor de economia, até porque, no meu entender, economista está mais para servir aos grandes empreedimentos, empresários, ricos, do que a pessoas pobres e que estão à margem da maginalidade. Já viu economista preocupado com pobre? - Pelo menos, eles buscam agira e pensarem mais em como os ricos ficarem mais ricos usando a mão de obra barata do pobre, esta é a realidade fática que sempre presenciei à frente de meus próprios olhos.
      Quando ao Município de Buíque, minha gente, não é um problema efeto única e exlusivamente a nossa terra, mas a praticamente todos os 5.550 municípios brasileiros. Não tenho conhecimento até esses meus cabelos brancos, de um município brasileiro, em que não existe desemprego. E o que se fazer ou tentar se fazer então? - Bem, não há muito o que fazer e pode até ser que haja! - Primeiramente, o povo tem que procurar se instruir mais, se esclarecer, para eleger políticos que estejam mais fincados com os problemas das pessoas e no desenvolvimento de seu próprio povo, o que pode ter acontecido com Buíque no último pleito, mas resolver de verdade a questão do desemprego, isso, dá para se acreditar que não vai resolver de forma alguma. Amenizar a situação, está se envidando esforços para que isso aconteça, embora essa questão não venha a ser uma tarefa de curto e médio prazo, mas sim, vai demandar um longo tempo para ser resolvido e isso, se acaso alguém vier a resolver. Fora outras questões de ordem estrutural que forma a ordenação do poder deste país.
   O foco de cada cidadão que mora em municípios semelhantes ao nosso, é buscar um empreguinho público, mas minha gente, infelizmente não se tem de onde conseguir tantas colocações para o setor público, que já vive praticamente saturado de tantas pessoas empregadas, além de que, por imperativo constitucional, o acesso ao serviço público só através de concurso, mas que, há uma abertura para que se contrate por tempo determinado em caso de urgente necessidade da execução de alguma atividade, trabalho ou serviço ligado ao setor público, fora dessa alternativa autorizatória por lei específica, não há como o município dá emprego a todos os desempregados de cada município, a exemplo de Buíque, porque o poder público não pode sair por aí dando emprego só por dar, até porque estoura o orçamento, ultrapassa os limites da lei e termina por ser tornar insolvente, terminando por se desviar de suas reais finalidades que é a prestação de serviços para a sua população. Pior é o fato de A, B ou C, por exercer função pública ganhando polpudos salários, se acharem no dever, de esmiuçar determinadas situações, achando que está fazendo o certo, quando na verdade, está engrossando o caldo grosso ainda mais!
       Agora no caso específico de nossa terra, existem várias alternativas, não para resolver, como bem frisei, os problemas em definitivo de nossa terra, mas amenizá-los até que se pode, principalmente se soubermos bem aproveitar a indústria do turismo, fazer com que Buíque com o seu Parque Arqueológico Vale do Catimbau, venha a se tornar cada vez mais num polo turístico cada vez mais forte e que, a nossos segmentos culturais também, sejam dados os devidos valores que tanto se precisa. Não estou aqui falando em meu nome próprio, mas sim, do conjunto de quem busca sobreviver da cultura e das artes, que nossa terra é rica também nessa veia aberta, porém adormecida. Fora isso, apesar da seca, ainda podemos contar com uma importante bacia leiteira em Buíque, apesar da seca enfrentada, o que poderia vir a se tornar no aproveitamente da indústria de laticínios, noutro segmento de renda para nossa terra, além do incentivo para a implantação da indústria do agronegócio, o que viria a criar novos empregos. Fora isso, só mesmo emprego público e as tantas ajudas, em migalhas, dadas pelos programas do governo federal, que para muitos, não passa de uma grande ajuda e que para outros, de uma esmola, motivo de desdém e de piadas pelo pessoal do Sul e Sudeste do País, com o que não se pode concordar de forma alguma.
      Para um município que tem uma população que beira a casa de quase 60 mil habitantes, certamente nem 10% da população ativa, tem empregos, o que torna a vida do buiquense cada vez mais difícil, não tendo como o poder público, atender toda essa demanda de desempregados que vive padecendo à falta de um emprego, daí as enxurradas diárias de muita gente indo para o estado de São Paulo, onde chegando lá, por ser desqualificado, não arruma absolutamente nada, muitos chegam a entrar na marginalidade e outros voltam para cá, mesmo com sotaque paulista, mas de mãos abanando, porque nada conseguiram arranjar num grande estado que também padece com a falta de empregos para os próprios que lá vivem, quiçá para os nossos de cá! - Então gente, o certo é nos unirmos e buscarmos soluções alternativas e criativas para se poder debalar as tantas dificuldades que enfrentamos. O que não se pode é ficar de braços cruzados esperando alguma coisa cair do Céu, ou então a morte chegar, será que é assim que todo mundo quer!?

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