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quarta-feira, 26 de abril de 2017

SOBRE O SUICÍDIO DO GAROTO DE APENAS TREZE ANOS EM ARCOVERDE


    A questão do suicídio do menor de treze anos de idade, em Arcoverde, leva o ser humano a muito pensar no que é capaz a mente, certamente perturbada, fragilizada por alguma razão, de uma criança que sequer teve o direito de viver. O que há a se indagar é o que realmente povoava a mentalidade desse menor, que chegou a cometer uma atitude dessa natureza, a ponto de tirar a sua própria vida, que sequer chegou a vivê-la. Bem, várias hipóteses se pode levantar, mas acredito, que nenhuma delas chegará a conclusão alguma. Até mesmo ele, o menor, sequer tinha ciência própria do que chegara a cometer para tamanha façanha extrema de uma vida que não viveu, porque com apenas treze anos de idade, a gente vive num mundo de fantasias, fragilizado e que em muitos casos, requer necessidade especial de uma compreensão que os adultos estão distantes de entender e jamais chegarão a uma razão justificável para o ato extremado e impensado a que o jovem garoto chegou a tomar.
     Vivemos em um mundo, que a realidade humana é coisa muito difícil e complicada de se entender. Ora, a iniciativa de se cometer suicídio não é um fato fenomênico de se tirar a vida apenas de um jovenzinho fragilizado, de mente confusa, mas também de muitos adultos, que em muitos casos, extremamente perdidos no seu próprio mundo, com os seus enes problemas sem solução ou que, poder-se-ia até ser encontrada uma resolução para os tantos problemas que se tem que enfrentar na vida, que não se chegaria a uma medida extremada como vir a se tirar a própria vida, mas em muitos casos, está faltando alguma coisa para se chegar a tanto, geralmente um grande vazio a nos dominar o corpo e a alma. Se a gente bem pensasse jamais chegaria a esse ponto, mas a consequência pode ser um branco mental em um determinado momento, que não tem psicólogo, psiquiatra, psicoterapeuta que possa vir a explicar os mistérios insondáveis da vida humana, quando desembocam na escuridão de um buraco escuro sem fundo e sem volta.
      Especular que foi por conta de um jogo mortal da baleia azul da internet, há de se acreditar que não é essa a possibilidade, mas alguma coisa importantíssima para esse garoto estava a lhe faltar. Ninguém está aqui para julgar ou apontar o dedo para quem quer que seja, muito menos culpar ninguém, mas quando se chega a um ato extremo dessa natureza, com certeza é porque alguma coisa não estava se encaixando bem no eu ontológico dessa criança, vindo, destarte, a tirar de forma misteriosa a sua própria vida, o que é lamentável, principalmente num mundo cão em que estamos vivendo nos dias atuais.

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