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quarta-feira, 31 de maio de 2017

A EMOÇÃO DE ESCREVER E DE ESCREVER MAIS UM LIVRO


   Sem nenhum demérito para ninguém, mas não me faço de rogado e no geral, sempre gosto de dizer o que estou fazendo e o que faço. Não quero com isso ser um amostrado, tampouco melhor do que ninguém, mas apenas sendo transparente e informando aos poucos que me leem sobre as minhas atividades literárias ou profissionais. Nunca fui de esconder nada de ninguém, a não ser questões de sigilo e confidências de minha militância como advogado ou na condição de algum cargo que venha a ocupar no poder público, porque aí, é uma questão de compromisso e a gente tem que manter o compromisso e a fidelidade para quem a gente está prestando os nossos serviços e isso, é uma obrigação para mim. Quanto à minha vida privada, sempre foi um livro aberto. Não faço às escondidas. Se erro ou não, o faço abertamente e todos tem conhecimento de que sempre foi a minha vida, um verdadeiro livro aberto, muito embora, isso não tenha tido o real valor para muita gente, o que para mim, pouco importa ou até sim, desde que venha a me trazer certas aflições no decurso de minha vida, mas do resto, quero mesmo é que se exploda!
   Claro, que certos segredos, a gente sempre vai manter a sete chaves e nunca ninguém terá conhecimento, porque vai para sete palmos para sempre com a gente, porque nem tudo, claro, a gente pode dar conhecimento público, porque existem particularidades na vida da gente, que só a nós mesmos é que interessa e a mais ninguém. Agora, quando a gente parte para a imaginação, se pode criar até aonde nossa mente criativa pode imaginar, mas aí, é o campo de domínio da criatividade de quem nasceu com esse dom, porque não é um privilégio de muitos, mas sim, de uma seleta plêiade de pessoas especiais que tem o poder para mexer com a letras, as palavras e a partir daí, criar dentro das limitações de até aonde sua mente lhe vem a dar aso.
   No momento, não faço segredo para ninguém. Estou escrevendo um romance e, como já o disse nas redes sociais, à mão, na base da caneta esferográfica, porque antes, vinha escrevendo somente no computador, o que não tira o foco daquilo a que nos propomos a escrever e criar em termos de escrita, mas uma coisa voltei a redescobrir, que escrevendo à mão, o sentimento que vem da mente, a mim me parece, que volta mais emocionante, sensitivo e flui da mente para à sua mão, com um poder de criatividade que vem realmente de dentro de sua alma. É como se fora algo bem  mais forte do que você de frente da tela de seu computador. É uma volta ao passado, em que a gente só tinha um caderno e um lápis para escrever, ou então uma caneta tinteiro, que foi minha primeira caneta de uso para escrever à tinha. Depois veio a caneta esferográfica e aí, a coisa facilitou muito, mas ainda conheço uma minoria de pessoas, que ainda fazem uso de uma caneta tinteiro, porque não se habituaram aos tempos modernos e outros até, que esconjuram um computador, preferindo a máquina de escrever, que foi meu instrumento de trabalho e de uso por longos anos.
   Mas digo com sinceridade, o que estou escrevendo neste momento, é um romance, onde estou me focando não num cenário paroquial, mas sim, num bem mais amplo, universal e que engloba temas de vida que muitos pessoas vivem em toda a face de planeta, mas só posso adiante, que será um romance muito emocionante do início ao fim. Estou já com o quarto capítulo pronto, mas vou escrever até aonde minha mente criativa me der o poder de criar e de desenvolver minha ideias de sentimento de meus personagens e do mundo que estou criando, dentro de um misto de realidade, que sempre está presente em tudo que na vida escrevemos.     

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